Merle Haggard — Uncle Lem letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Uncle Lem" de Merle Haggard.
Letra
The ladies of the garden club say
His home is just a disgrace to the town
If the Mayor wants re-elected
He’d better pass some laws and tear it down
They wanna cover it with flowers
Maybe even plant some dogwood trees
I guess that they’ve forgotten
When we were kids what that place used to be
I know it’s just a shanty now
But Lord, that place was built with human tears
For it’s the home of Uncle Lem
Who was born and raised and lived there ninety years
There’s not a boy in this whole town
Hasn’t stopped for water at his well
Or sat on his porch in the evenin'
And listened to the stories that he’d tell
Oh, his hair was the color of a cotton field
And his skin was old and brown
And he was born in that rundown shack
Before there was a town
He bought that shack and a piece of earth
For the highest price to pay
His mom was bought and sold there
Uncle Lem was born’d a slave
The mayor and some ladies of the garden club
Went out to tell Uncle Lem that he’d have to find a new place to live
Well, they found him there in that old broken down rockin' chair
And on an old paper bag they found his will
«Nor I wanna leave my old shotgun to the fine mayor of this town
For I remember when he a little fella, he used to follow me around
I wish I had more to give to my friends that I love
But all I’ve got is this old shack and a piece of earth
And I want it to go to the ladies of the garden club»
Oh, his hair was the color of a cotton field
And his skin was old and brown
And he was born in that rundown shack
Before there was a town
He bought that shack and a piece of earth
For the highest price to pay
His mom was bought and sold there
Uncle Lem was born’d a slave
Tradução da letra
As senhoras do clube de jardinagem dizem
A casa dele é uma desgraça para a cidade.
Se o Presidente da Câmara quiser ser reeleito
É melhor ele aprovar algumas leis e deitá-las abaixo.
Querem cobri - lo com flores.
Talvez até plantar lenha.
Acho que se esqueceram.
Quando éramos crianças o que aquele lugar costumava ser
Eu sei que agora é só uma barraca.
Mas Senhor, aquele lugar foi construído com lágrimas humanas.
Porque é a casa do Tio Lem.
Que nasceu, cresceu e viveu lá noventa anos
Não há um rapaz nesta cidade.
Não parou para beber água no poço dele.
Ou sentava-se no alpendre à noite
E ouvia as histórias que ele contava
O cabelo dele era da cor de um campo de algodão.
E a sua pele era velha e castanha
E ele nasceu naquela cabana.
Antes de haver uma cidade
Ele comprou aquela cabana e um pedaço de terra.
Pelo preço mais alto a pagar
A mãe dele foi comprada e vendida lá.
O tio Lem nasceu escravo
O presidente da câmara e algumas senhoras do clube de jardinagem
Saiu para dizer ao Tio Lem que teria de encontrar um novo lugar para viver.
Bem, encontraram-no naquela cadeira velha e avariada.
E num saco de papel velho encontraram o testamento dele.
"Nem quero deixar a minha velha Espingarda ao bom presidente desta cidade
Pois lembro-me quando ele era pequeno, costumava seguir-me por todo o lado.
Quem me dera ter mais para dar aos meus amigos que amo
Mas tudo o que tenho é esta velha cabana e um pedaço de terra.
E quero que vá para as senhoras do clube de jardinagem.»
O cabelo dele era da cor de um campo de algodão.
E a sua pele era velha e castanha
E ele nasceu naquela cabana.
Antes de haver uma cidade
Ele comprou aquela cabana e um pedaço de terra.
Pelo preço mais alto a pagar
A mãe dele foi comprada e vendida lá.
O tio Lem nasceu escravo