Mercedes Sosa — Parao letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Parao" de Mercedes Sosa.
Letra
Hay quien ve la luz al final de su tunel
Y construye un nuevo tunel, pa' no ver
Y se queda entre lo oscuro, y se consume
Lamentando lo que nunca llegó a ser
Yo no fui el mejor ejemplo y te lo admito
Fácil es juzgar la noche al otro dÃa
Pero fui sincero, y Ã(c)so sà lo grito
Que yo nunca he hipotecado al alma mÃa!
Si yo he vivido parao, ay que me entierren parao
Si pagué el precio que paga el que no vive arrodillao!
La vida me ha restregao, pero jamás me ha planchao
En la buena y en la mala, voy con los dientes pelaos!
Sonriendo y de pie: siempre parao!
Las desgracias hacen fuerte al sentimiento
Si asimila cada golpe que ha aguantao
La memoria se convierte en un sustento
Celebrando cada rio que se ha cruzao
Me pregunto, cómo puede creerse vivo
El que existe pa' culpar a los demás?
Que se calle y que se salga del camino
Y que deje al resto del mundo caminar!
A mà me entierran parao
Ay, que me entierren parao!
Ahà te dejo mi sonrisa y todo lo que me han quitao
Lo que perdà no he llorao, si yo he vivido sobrao
Dando gracias por las cosas
Que en la ruta me he encontrao
Sumo y resto en carne propia
De mi conciencia abrazao
Parao! aunque me haya equivocao
Aunque me hayan señalao
Parao! en agua de luna mojao
Disfrutando la memoria de los rios que he cruzao
Aunque casi me haya ahogao, sigo parao!
Parao!
Tradução da letra
Há quem veja a luz no final do seu túnel
E constrói um novo túnel, pa' não ver
E fica entre o escuro, e é consumido
Lamentando o que nunca chegou a ser
Não fui o melhor exemplo e admito
Fácil à © julgar a noite para o outro dia
Mas fui sincero, e ele gritou
Que eu nunca hipotecei a alma minha!
Se eu vivi parao, ai que me enterrem parao
Se pagar o preço que paga aquele que não vive ajoelhado!
A vida me esfregou, mas nunca me passou a ferro
Na boa e na má, vou com os dentes pelados!
Sorrindo e de pé: sempre parao!
Infortúnios tornam o sentimento forte
Se assimilar cada golpe que aguentou
A memória torna-se um sustento
Celebrando cada rio que se cruzou
Pergunto - me, como pode acreditar-se vivo
O que existe para culpar os outros?
Que se cale e que saia do caminho
E deixe o resto do mundo andar!
A mim me enterram parao
Que me enterrem parao!
Deixo te o meu sorriso e tudo o que me tiraram
O que perdi não chorou, se eu vivi sobrao
Dando graças pelas coisas
Que na estrada me encontrei
Sumo e resto em carne própria
Da minha consciência abraçao
Parao! mesmo que eu esteja errado
Mesmo que me tenham conhecido
Parao! na água da lua mojao
Apreciando a memória dos rios que eu cruzao
Mesmo que quase me tenha afogado, continuo parao!
Parao!