Mephorash — The Odius Gospels letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Odius Gospels" de Mephorash.
Letra
Lo and behold — from self-aware to utterly nameless
To crowned and announced from a maggot-eaten tongue — a monument
Erected to death and despair on every plane of being
In the walls inbetween she walks like the hungry dead
Ophidian huntress of nightmares eternal
Rotten flesh among seeds of death, dominion over all
Devoured as man is made god among those eyeless
Sedition oh holy are the ways taken when man and beast are united!
A bleeding eye above and roots below alight
The firmaments of life sundered with fires born of slain infancy
In hoc signo vinces — a lustful god piercing heaven with horned brow!
In hoc signo vinces — a brass ox anointed in sea of tears!
Immaculate and glorious, rendered thrice blessed and elevated
The oldest pillar is cleansed in bitter waters
A hateful extension from venomous husks to immaculate naught
A bridge to holiest void and paradise perceived through blackest will
Within infected chthonic viscera, an unsung song once heard
Two horns made in the image of both life and death
The withered breath of azoth dried in a dessicated godhead
All centered upon the portculis of faith, those thirsting made witness
As I vomit upon the mithra, what remains are forever gone
And the deathly waters submerges the self completly
Tradução da letra
Repara, Pois, qual foi o destino dos ignóbeis —
Coroado e anunciado a partir de uma língua devorada de vermes-um monumento
Erigido até à morte e desespero em todos os planos do ser
Nas paredes do meio ela caminha como um morto faminto
Caçadora ofidiana de pesadelos eternos
Carne podre entre as sementes da morte, domínio sobre todos
Devorado como o homem é feito Deus entre aqueles que não vêem
Sedição Oh Santa são os caminhos tomados quando o homem e a besta estão unidos!
Um olho sangrando acima e raízes abaixo do fogo
Os firmamentos da vida rodeavam-se de fogos nascidos da infância morta.
In hoc signo vinces - um Deus lascivo perfurando o céu com as sobrancelhas chifres!
In hoc signo vinces — um boi de Bronze ungido no mar de lágrimas!
Imaculada e gloriosa, três vezes abençoada e elevada
O pilar mais antigo é limpo em águas amargas
Uma extensão odiosa de cascas venenosas para nada imaculado
Uma ponte para o mais sagrado vazio e Paraíso percebido através da mais negra vontade
Dentro das vísceras ctónicas infectadas, uma canção não ouvida uma vez
Dois chifres feitos à imagem da vida e da morte
A respiração seca de azoth seca numa divindade dessecada
Todos centrados sobre o portculis da fé, aqueles sedentos fizeram testemunho
Enquanto vomito sobre a mitra, o que resta desaparece para sempre.
E as águas mortíferas submergem o eu completo