Melendi — Somos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Somos" de Melendi.

Letra

Somos la cruz que destroza el planeta,
la cara B de un CD universal.
Tranquimacín mezclado con Anfetas,
Somos un cóctel mortal.
Somos el pasto de cajas de pino,
Somos el tren que dejamos pasar.
Un tres por cuatro de ritmo cansino,
pero capaces de amar.
Y ellos no saben lo que dicen,
y otros no dicen lo que saben,
no lo dicen no.
Somos dos polos, cuatro estaciones
Somos la repercusion de, nuestras acciones.
Somos Romeos y Julietas
Somos el Sol con su arÃ(c)n de nueve planetas.
Somos reyes, somos gitanos
Por morder una manzana
a veces hasta gusanos.
Somos fuentes de calor y de energia
Somos por lo general, mas ladron que policía.
Somos el pan nuestro de cada día,
una costilla, un bocado de Adán.
Somos soldados en primera línea,
Somos solo soledad.
Y ellos no saben lo que dicen,
y otros no dicen lo que saben,
no lo dicen no.
Somos dos polos, cuatro estaciones
Somos la repercusion de, nuestras acciones.
Somos Romeos y Julietas
Somos el Sol con su arÃ(c)n de nueve planetas.
Somos reyes, somos gitanos
Por morder una manzana
a veces hasta gusanos.
Somos fuentes de calor y de energia
Somos por lo general, mas ladron que policía.
Somos una enfermedad de la que no se sabe cura.
Somos virus que estornudan y estudian Literatura.
Los hay listos, pero pocos,
hay más tontos que orgullosos.
Sin saber que desde arriba, nos miran como piojos.
Somos una casa en ruinas somos dos pies y dos manos.
No sabemos que queremos, y aún así, reivindicamos.
Somos carne de cañón y adrenalina.
Una rza que es capaz de creerse sus mentiras.
Somos de lo que no hay en el Universo.
Somos una poesía con pasión pero sin beso.
Somos como corderitos persiguiendo religiones.
sin saber que la verdad se encuentra en nuestros corazones.
Somos esa luz que dicen que brilla al fondo de un túnel.
Vamos corriendo hacia ella y es cuando de ser, dejamos.
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Tradução da letra

Somos a cruz que destrói o planeta,
a face B de um CD universal.
Mistura de TranquimacÃn com Anfetas,
Somos um cÃ3ctel mortal.
Somos a erva das Caixas de pinho,
Somos o comboio que deixamos passar.
Um três por quatro de ritmo cansativo,
mas capazes de amar.
E eles não sabem o que dizem,
e outros não dizem o que sabem,
não dizem não.
Somos dois pólos, quatro estações
Somos a repercussão de, nossas ações.
Somos Romeus e Julietas
Nós somos o Sol com seu arÃ(c) n de nove planetas.
Somos reis, somos ciganos
Por morder uma maçã
às vezes, até vermes.
Somos fontes de calor e de energia
Somos geralmente mais ladrão que Polícia.
Somos o pão nosso de cada dia,
uma costela, uma mordida de Adà ¢ n.
Somos soldados em primeira linha,
Somos só solidão.
E eles não sabem o que dizem,
e outros não dizem o que sabem,
não dizem não.
Somos dois pólos, quatro estações
Somos a repercussão de, nossas ações.
Somos Romeus e Julietas
Nós somos o Sol com seu arÃ(c) n de nove planetas.
Somos reis, somos ciganos
Por morder uma maçã
às vezes, até vermes.
Somos fontes de calor e de energia
Somos geralmente mais ladrão que Polícia.
Somos uma doença de que não se sabe cura.
Somos vírus que espirram e estudam Literatura.
Estão prontos, mas poucos,
há mais tolos do que orgulhosos.
Sem saber que, de cima, nos olham como piolhos.
Somos uma casa em ruínas somos dois pés e duas mãos.
Não sabemos o que queremos, e ainda assim, reivindicamos.
Somos carne de cañÃ3n e adrenalina.
Uma rza que é capaz de acreditar nas suas mentiras.
Somos do que não há no Universo.
Somos uma poesÃa com pasiÃ3n mas sem beijo.
Somos como cordeirinhos a perseguir religiões.
sem saber que a verdade está em nossos corações.
Somos aquela luz que dizem que brilha no fundo de um túnel.
Vamos a correr para ela e é quando, se formos, paramos.
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