Melendi — Mientras No Cueste Trabajo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Mientras No Cueste Trabajo" de Melendi.

Letra

Yo nunca quise perderte,
tan solo quise inventarte,
ponerte dos ojos verdes y en mi pecho tatuarte,
de la paseada paloma que me lleva hasta tu calle,
que me limpie las arterias de tu veneno en mi sangre,
que lo mejor de mi pasado,
si, sea lo peor de tu futuro,
que a mi la vida me a pagado,
con pocos besos y en pan duro,
ya no vivo en la maleta,
ya no duermo en las esquinas,
he dejao atras la merca,
pues tu amor es mi heroina,
y he aparcao las papelas con los papeles del paro
pues por ti hago lo que sea mientras no cueste trabajo.
yo nunca quise venderte,
tan solo quise anunciarte,
morenita de ojos tristes,
50 kilos de arte.
dd la paseada paloma que me lleva hasta tu calle,
que me limpie las arterias de tu veneno en mi sangre,
que lo mejor de mi pasado,
si, sea lo peor de tu futuro,
que a mi la vida me ha pagado,
con pocos besos y en pan duro,
ya no vivo en la maleta,
ya no duermo en las esquinas,
he dejao atras la merca,
pues tu amor es mi heroina,
y he aparcao las papelas con los papeles del paro
pues por ti hago lo que sea mientras no cueste trabajo.
yo no canto a los amores imposibles,
que me baja que cayo,
le canto a la portera y un buen plato de lentejas y es que yo,
me doy la vuelta al mundo por un beso y eso que estoy cojo por tu amor,
yo ya le di 1000 vocaos a una manzana,
mi vida es pagana y yo,
lo que quiero es comerte y enterito el corazon
es que yo no entiendo de reproches ni agonias,
la patentes de tu olor yo no canto a los amores imposibles,
que me baja que cayo,
e canto a la portera y un buen plato de lentejas y es que yo,
me doy la vuelta al mundo por un beso y eso que estoy cojo por tu amor.
(Gracias a Red1 por esta letra)

Tradução da letra

Nunca te quis perder,
só te queria inventar,
colocar-te dois olhos verdes e tatuar-te no meu peito,
da passeada pomba que me leva até à tua rua,
que me limpe as artérias do teu veneno no meu sangue,
que o melhor do meu passado,
Sim, seja o pior do seu futuro,
que a minha vida me pagou,
com poucos beijos e no pão duro,
já não vivo na mala,
já não durmo nas esquinas,
deixei a loja para trás,
o teu amor é a minha heroína,
e eu estacionei as papelas com os papéis do desemprego
por ti, faço qualquer coisa, desde que não custe trabalho.
eu nunca te quis vender,
só queria anunciar te,
morenita de olhos tristes,
50 quilos de arte.
a pomba que me leva até à tua rua,
que me limpe as artérias do teu veneno no meu sangue,
que o melhor do meu passado,
Sim, seja o pior do seu futuro,
que a minha vida me pagou,
com poucos beijos e no pão duro,
já não vivo na mala,
já não durmo nas esquinas,
deixei a loja para trás,
o teu amor é a minha heroína,
e eu estacionei as papelas com os papéis do desemprego
por ti, faço qualquer coisa, desde que não custe trabalho.
eu não canto aos amores impossíveis,
que me abaixa que Caio,
eu canto para a porteira e um bom prato de lentilhas e é que eu,
dou a volta ao mundo por um beijo e isso que sou coxo pelo teu amor,
eu já lhe dei 1000 vocai a um quarteirão,
a minha vida é pagã e eu,
o que quero é comer te e enterrar o coração
é que eu não entendo de reprovações nem agonias,
a patente do teu cheiro eu não canto aos amores impossíveis,
que me abaixa que Caio,
e canto à porteira e um bom prato de lentilhas e é que eu,
dou a volta ao mundo por um beijo e isso que sou coxo pelo teu amor.
(Graças a Red1 por esta letra)