Melendi — Firmes letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Firmes" de Melendi.
Letra
Fusil al hombro frime y a la espera
De un enemigo que aun no sabe que esta en guerra
Con la inocencia del que da su vida
Por una patria que muy pronto les olvida
Quien robo su libertad quien fue
El que le hizo apretar los dientes
Quien llevo a aquel buen chaval a ser
El portador de la muerte
Van nuestros hijos al frente
Donde estan los hijos de los dirigentes?
Jugando al polo
Mientras los nuestros mueren
En el campo de batalla
Masacrados por la metralla
Con furacos en el cuerpo
Y remiendos en el alma
Silban las balas caen los enemigos
Mas muertos que los muertos
Se quedan los vivos
No entienden nada, siguen su camino
Un telegrama a su familia es su destino
Quien robo su libertad quien fue
El que le hizo apretar los dientes
Quien llevo a aquel buen chaval a ser
El portador de la muerte
Van nuestros hijos al frente
Donde estan los hijos de los dirigentes?
Jugando al polo
Mientras los nuestros mueren
En el campo de batalla
Masacrados por la metralla
Con furacos en el cuerpo
Y remiendos en el alma
No hagais tratados con corazones
Dejar a un lado las pretensiones
Que facil es escribir con sangre
No son tu hijos la que la esparcen
Ya no nos queda nada
Tan solo nuestra voz
Tradução da letra
Fuzil no ombro frime e à espera
De um inimigo que ainda não sabe que está em guerra
Com a inocência daquele que dá a sua vida
Por uma pátria que muito em breve os esquece
Quem roubou sua liberdade quem foi
O que o fez apertar os dentes
Quem levou aquele bom rapaz a ser
O portador da morte
Os nossos filhos vão para a frente
Onde estão os filhos dos dirigentes?
Jogando pólo
Enquanto os nossos morrem
No campo de batalha
Massacrados por estilhaços
Com furacos no corpo
E remendos na alma
Assobiam as balas caem os inimigos
Mais mortos que os mortos
Ficam os vivos
Eles não entendem nada, eles seguem seu caminho
Um telegrama para sua família é o seu destino
Quem roubou sua liberdade quem foi
O que o fez apertar os dentes
Quem levou aquele bom rapaz a ser
O portador da morte
Os nossos filhos vão para a frente
Onde estão os filhos dos dirigentes?
Jogando pólo
Enquanto os nossos morrem
No campo de batalha
Massacrados por estilhaços
Com furacos no corpo
E remendos na alma
Não façam tratados com corações
Deixar de lado as pretensões
Que fácil é escrever com sangue
Não são os teus filhos que a espalham
Já não temos mais nada
Apenas a nossa voz