Megadeth — Black Friday letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Black Friday" de Megadeth.
Letra
Killer, intruder, homicidal man.
If you see me coming, run as fast as you can.
A blood thirsty demon who’s stalking the street.
I hack up my victims like pieces of meat.
Blood thirsty demon, sinister fiend,
Bludgeonous slaughters, my evil deeds.
My hammer’s a cold piece of blood-lethal steel.
I grin while you writhe with the pain that I deal.
Swinging the hammer, I hack through their heads,
Deviant defilers, you’re next to be dead.
I unleash my hammer with sadistic intent.
Pounding, surrounding, slamming through your head. Yeah!
Their bodies convulse, in agony, and, pain.
I mangle their faces, till no features remain.
A blade for the butchering, I cut them to shreds.
First take out the organs, then cut off the head.
The remains of flesh now sop under my feet.
One more bloody massacre, the murders' complete.
I seek to dismember, a sadist fiend.
And, blood baths are my way of getting clean.
I lurk in the alleys, wait for the kill.
I have no remorse for the blood that I spill
A merciless butcher who lives underground.
I’m out to destroy you and, I will, cut you down.
I see you, and, I’m waiting, for Black Friday.
Killer, intruder, homicidal man.
If you see me coming, run as fast as you can.
A blood thirsty demon who’s stalking the street.
I hack up my victims like pieces of meat.
I lurk in the alleys, wait for the kill.
I have no remorse for the blood that I spill
A merciless butcher who lives underground.
I’m out to destroy you and, I will, cut you down.
It’s Black Friday, paint the devil on the wall.
Tradução da letra
Assassino, intruso, homicida.
Se me vires a chegar, corre o mais rápido que puderes.
Um demónio sedento de sangue que anda a perseguir a rua.
Corto as minhas vítimas como pedaços de carne.
Demónio sedento de sangue, demónio sinistro,
Chacinas brutais, as minhas más acções.
O meu martelo é um pedaço frio de aço letal.
Eu sorrio enquanto te contorce com a dor que eu lido.
Balançando o martelo, Corto-lhes as cabeças.,
Depravados, estão quase mortos.
Soltei o meu martelo com intenções sádicas.
Batendo, rodeando, batendo na sua cabeça. Sim!
Seus corpos convulsionam, em agonia, e, dor.
Mutilo-lhes a cara, até não restarem traços.
Uma lâmina para a carnificina, cortei-as em pedaços.
Primeiro tira os órgãos, depois corta a cabeça.
Os restos de carne agora sobem debaixo dos meus pés.
Mais um massacre sangrento e os assassinatos terminam.
Procuro desmembrar-me, um sádico demónio.
E banhos de sangue são a minha maneira de me limpar.
Eu escondo-me nos becos, espero pela morte.
Não tenho remorsos pelo sangue que derramei.
Um carniceiro impiedoso que vive no subsolo.
Quero destruir-te e, assim farei, derrubar-te.
Estou a ver-te e estou à espera da sexta-feira negra.
Assassino, intruso, homicida.
Se me vires a chegar, corre o mais rápido que puderes.
Um demónio sedento de sangue que anda a perseguir a rua.
Corto as minhas vítimas como pedaços de carne.
Eu escondo-me nos becos, espero pela morte.
Não tenho remorsos pelo sangue que derramei.
Um carniceiro impiedoso que vive no subsolo.
Quero destruir-te e, assim farei, derrubar-te.
É Sexta-Feira Negra, pinta o Diabo na parede.