Mecano — El Blues Del Esclavo letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "El Blues Del Esclavo" de Mecano.
Letra
El ser negrito
Es un color
Lo de ser esclavo
No lo trago
Me tiene frito
Tanto trabajar de sol a sol
Las tierras del maldito se#orito
Los compa#eros
Piensan igual
O hay un Espartaco
Que entre a saco
Y esto cambia
O «tos pa» Gambia
Desde Kunta Kinte a nuestros dias
Pocas mejorias
A ver si ahora con la guerra de secesion
Se admite nuestro sindicato del algodon
Que a saber
Quiere obtener
Descanso dominical, un salario normal
Dos pagas, mes de vacaciones
Y una pension tras la jubilacion
Que se nos trate
Con dignidad
Como a semejantes
Emigrantes
Que se terminen
Las pasadas
Las palizas del patrono
Y el derecho de pernada
Estribillo:
Y el que prefiera que se vuelva
Al Senegal
Correr desnudos por la selva
Con la mujer y el chaval
Ir natural
«erguiendo» cuello y testuz
Como hermana avestruz
Para que no digan
Que somos unos zulus
Ir cantando este blues
Estribillo
Y el que prefiera que se vuelva
Al Senegal
Correr desnudos por la selva
Con la mujer y el chaval
Ir natural
«erguiendo» cuello y testuz
Como hermana avestruz
Para que no digan
Que somos unos zulus —
Hemos hecho este blues.
Nota en el disco:
«El blues del esclavo» pretende ser una desfiguracion humoristica del hecho
Historico del final de la esclavitud en E.E.U.U.; sin ninguna relacion con
Las actuales reivindicaciones raciales de los negros, que respetamos profun-
Damente como admiramos la figura de Martin Luther King.
Tradução da letra
Ser negro
É uma cor
Ser escravo
Não bebo
Está a fritar me
Tanto trabalho do sol ao sol
As terras do maldito se # orito
Os compa#eros
Pensam da mesma maneira
Ou há um Spartacus
Que entre no saco
E isso muda
Ou "tosse pa" Gâmbia
De Kunta Kinte aos nossos dias
Poucas melhorias
Vamos ver se agora com a guerra de secesion
O nosso sindicato do algodão é admitido
Que a saber
Quer obter
Descanso de domingo, um salário normal
Duas pagas, mês de férias
E uma pensão depois da reforma
Que nos trate
Com dignidade
Como a semelhantes
Emigrantes
Que se acabem
As passadas
Os espancamentos do patrão
E o direito de pernada
Refrão:
E quem preferir que se torne
Ao Senegal
Correr nus pela selva
Com a mulher e o rapaz
Ir natural
"ereto" pescoço e testuz
Como irmã avestruz
Para não dizerem
Que somos uns zulus
Vá cantando este blues
Refrão
E quem preferir que se torne
Ao Senegal
Correr nus pela selva
Com a mulher e o rapaz
Ir natural
"ereto" pescoço e testuz
Como irmã avestruz
Para não dizerem
Que somos uns zulus —
Fizemos este blues.
Nota no disco:
"O blues do escravo" pretende ser uma desfiguração humorística do fato
Historico do fim da escravidão nos E. U.; sem nenhuma relação com
As reivindicações raciais atuais dos negros, que respeitamos profun-
Como admiramos a Figura de Martin Luther King.