Martyn Joseph — All in the Past letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "All in the Past" de Martyn Joseph.

Letra

When the valleys roared with engines
And cried with hymns of light
Disciples with canaries
Dug dark deeper than the night
Now a fiery cloudy pillar
Hovers over business parks
As the lungs of emphysemic men
Sing as rising larks
But Auld Lang Syne holds little comfort
In history’s disarray
The stolen land, the blazing croft
The past won’t go away
Boats banished from Port William
The pregnant chambermaid
Justice has a memory
Some memories will not fade
From the woods of Nova Scotia
To Vancouver Islands waves
A burnt-clan converses
And counts the unmarked graves
Of a nation and a language
Expelled from hill and glen
Meanwhile in the pubs of Partick
Their tongue speaks free again
And what to sing of Ireland
That doesn’t burst the breast
From Coleraine down to Fermanagh
The fields pray and yearn for rest
Sweet holy land of magic
Still sending out your fleece
And may it come back to you ten fold
With an armistice of peace

Tradução da letra

Quando os vales rugiam com motores
E chorou com hinos de luz
Discípulos com canários
Cavado escuro mais profundo que a noite
Agora um pilar ardente e nublado
Paira sobre parques empresariais
Como os pulmões dos homens enfismicos
Cantem como cotovias em ascensão
Mas Auld Lang Syne tem pouco conforto
Na desordem da história
A terra roubada, o Croft ardente
O passado não vai desaparecer
Barcos banidos de Port William
A criada de quarto grávida.
A justiça tem uma memória
Algumas memórias não desaparecerão
Da floresta da Nova Escócia
Para as ondas das Ilhas Vancouver
Um clã queimado conversa
E conta os túmulos não marcados
De uma nação e de uma língua
Expulso de hill and glen
Enquanto isso, nos bares de Partick
A língua deles fala de novo em liberdade.
E o que cantar da Irlanda
Isso não rebenta o peito.
De Coleraine até Fermanagh
Os campos rezam e anseiam por descansar
Doce terra santa da magia
Ainda a enviar o teu Tosão
E que volte para ti dez vezes.
Com um armistício de paz