Marian Gold — Feathers and tar letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Feathers and tar" de Marian Gold.
Letra
You came one night, turned my tide
Blood red moon that you are
Now i sit here, what can I do
Wrapped in feathers and tar
You clutched my back and you bit my neck
Stroke me down to the floor
You burn my brain, lay me in chains
And I want more
I'm on my knees, can't you see
I don't know what to do
Can't you heal me, can't you feel
That my heart belongs to you
It seems so wrong, that I sing this song
Could it be, babe, could it be that you feel the same
But let me tell you, and that ain't no excuse
Where both in the same situation
Under each others sign like partners in crime
And nobody needs to tell me
That this ain't the end of the world
It's just one of those crazy moments of the late, late 20th century
But you visit my sweetest dreams
And you kindle all of my fantasies
And you're right, it's your name that I scream
Don't you feel it, don't you hear me baby...
I'm on my knees, can't you see
I don't know what to do
Can't you heal me, can't you feel
That my heart belongs to you
You came one night, turned my tide
Blood red moon that you are, now I sit here, what can I do
Wrapped in feathers and tar
You paint my lips and you sank my ships and I, I love you so,
I love you so
You see me pray, please go away
No, don't go, don't go, cause I want more..
Tradução da letra
Você veio uma noite, virou a minha maré
Lua Vermelha de sangue que tu és
Agora sento-me aqui, o que posso fazer
Envolto em penas e alcatrão
Agarraste-me as costas e mordeste-me o pescoço.
Acaricia-me até ao chão
Queimaste-me o cérebro, acorrentaste-me
E eu quero mais
Estou de joelhos, não vês?
Não sei o que fazer.
Não podes curar-me, não podes sentir
Que o meu coração te pertence
Parece tão errado que eu cante esta canção
Será que sentes o mesmo
Mas deixa-me dizer-te, e isso não é desculpa.
Onde ambos na mesma situação
Sob os outros assinam como parceiros no crime
E ninguém precisa de me dizer
Que este não é o fim do mundo
É apenas um daqueles momentos loucos do final do século XX
Mas tu visitas Os meus sonhos mais doces
E acendes todas as minhas fantasias
E tens razão, é o teu nome que grito
Não o sintas, não me ouças, querida...
Estou de joelhos, não vês?
Não sei o que fazer.
Não podes curar-me, não podes sentir
Que o meu coração te pertence
Você veio uma noite, virou a minha maré
Lua Vermelha de sangue que tu és, agora eu sento-me aqui, o que posso fazer
Envolto em penas e alcatrão
Pintas os meus lábios e afundas os meus navios e eu, amo-te tanto,
Amo-te tanto.
Vê-me rezar, por favor, vai-te embora.
Não, Não vás, não vás, porque eu quero mais..