Marian Call — Vera Flew the Coop letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Vera Flew the Coop" de Marian Call.
Letra
Vera flew the coop when she was only soft sixteen
She hopped the first and fastest train with some lousy libertine
He’d spun a pretty story and he’d stole away her youth
And everyone was shocked 'cos Vera always told the truth
Oh, her slip surprised them all 'cos Vera always told the truth
Vera dumped that lying lout in the dust behind the train
He’d angled for a child but caught a heartless hurricane
He wasn’t worth a bullet, she just pushed him off the side
And she thanked him for her freedom, she was eternally polite
Vera thanked him for his trouble, she was nothing but polite
Vera ran with lawless men who trembled when she talked
She never flinched, she never smiled, and her gun was always cocked
At twenty-one she terrorized the whole of the frontier
And they feared her faithful justice, they knew Vera was sincere
Oh, they ran from Vera’s posse 'cos she was perfectly sincere
Vera rode alone the whole of her ferocious life
She’d never met a boy she didn’t think deserved the knife
Not a one of them was worthy in her steady steely eyes
'Cos they all fronted for their flaws and Vera always sneered at lies
Yeah, she found all men were liars and Vera couldn’t live with lies
It was not 'till Vera’s dying days her hard heart met desire
The man who shot her through was the only man she could admire
That mortal wound awoke in her a fire no balm could soothe
And she said «I think I love you» and Vera always told the truth
Oh, as she died she said «I love you» and Vera always told the truth
Tradução da letra
Vera voou do galinheiro quando tinha apenas dezesseis anos.
Ela apanhou o primeiro e mais rápido comboio com um maldito libertino.
Ele fez uma bela história e roubou-lhe a juventude.
E toda a gente ficou chocada porque a Vera sempre disse a verdade.
O deslize dela surpreendeu-os a todos porque a Vera sempre disse a verdade.
A Vera largou aquela gota deitada no pó atrás do comboio.
Ele ansiava por uma criança, mas apanhou um furacão sem coração.
Ele não valia uma bala, ela empurrou - o de lado.
E ela agradeceu-lhe pela sua liberdade, ela foi eternamente educada
A Vera agradeceu-lhe pelo incómodo, ela era apenas educada.
Vera corria com homens sem lei que tremiam quando falava.
Ela nunca vacilou, nunca sorriu, e a sua arma estava sempre Armada.
Aos 21 anos aterrorizou toda a fronteira.
E temiam a sua justiça fiel, sabiam que Vera era sincera
Fugiram do Bando da Vera porque ela era perfeitamente sincera.
Vera cavalgou sozinha toda a sua vida feroz.
Ela nunca tinha conhecido um rapaz que não achasse que merecia a faca.
Nenhum deles era digno dos seus olhos firmes
'Porque todos eles se opunham aos seus defeitos e Vera sempre zombava das mentiras
Sim, ela descobriu que todos os homens eram mentirosos e a Vera não conseguia viver com mentiras.
Não foi até os dias de morte da Vera o seu coração duro encontrou o desejo
O homem que a matou foi o único homem que ela podia admirar.
Aquela ferida mortal despertou nela um fogo que nenhum bálsamo conseguia acalmar.
E ela disse: "Acho que te amo" e a Vera sempre disse a verdade.
Quando ela morreu, ela disse "amo - te" e a Vera sempre disse a verdade.