Maria Candido — Les cloches de Lisbonne letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Les cloches de Lisbonne" de Maria Candido.

Letra

Les cloches de Lisbonne
Au matin, quand c’est dimanche
Se souviennent encore
En voyant les voiles blanches
Qu’elles sonnaient autrefois
Quand un marin du Roi
Quittait la rade immense
Et que, les larmes aux yeux,
Il entendait l’adieu
Des cloches de Lisbonne
Les barques dans le port
Font des rêves de caravelles
Un jeune matelot
Les yeux clos
Sourit aux anges
Il voit le drapeau d’or
Des vieux conquistadors
Le frôler de son aile
La grande voile frissonne
Et c’est pour lui que sonnent
Les cloches de Lisbonne
Les pigeons bleus des églises
Nichés au creux des clochers
Soudain se sont réveillés
Et vont tournoyer
Dans les pierres grises
Sous le ciel clair et tranquille
D’un beau printemps portugais
La chanson des campaniles
Montant sur la ville
Fait comme un bouquet
Les cloches de Lisbonne
Au matin, quand c’est dimanche
Se souviennent encore
En voyant les voiles blanches
Qu’elles sonnaient autrefois
Quand un marin du Roi
Rapportait dans ses cales
Des horizons nouveaux
Salués par l'écho
Des cloches de Lisbonne
Le jeune matelot,
Les yeux clos,
Sourit encore
Il voit le Roi, la Cour,
Les velours
Multicolores
Une infante aux yeux noirs
Lui paye d’un regard
Les mondes qu’il apporte
Sa tête tourbillonne
Et c’est pour lui que sonnent
Les cloches de Lisbonne !

Tradução da letra

Os sinos de Lisboa
De manhã, quando é Domingo
Lembrar
Vendo as velas brancas
Que costumavam soar
Quando um marinheiro do Rei
Deixou a enorme baía
E isso, lágrimas nos olhos,
Ele ouviu o adeus
Os sinos de Lisboa
Barcos no Porto
Fazer sonhos de Caravelas
Um jovem marinheiro
Olhos fechados
Sorri para os anjos
Ele vê a Bandeira Dourada
Velhos conquistadores
O toque da sua asa
O grande véu estremece
E é para ele que o anel
Os sinos de Lisboa
Os pombos azuis das igrejas
Aninhado no vazio das torres de sino
De repente acordou
And will twirl
Nas pedras cinzentas
Sob o céu claro e tranquilo
De uma bela primavera portuguesa
A canção dos campanários
Montante na cidade
Feito como um bouquet
Os sinos de Lisboa
De manhã, quando é Domingo
Lembrar
Vendo as velas brancas
Que costumavam soar
Quando um marinheiro do Rei
Relatórios nos seus porões
Horizonte
Saudado pelo Echo
Os sinos de Lisboa
O jovem marinheiro,
Olhos fechados,
Sorri outra vez.
Ele vê o rei, a corte,
Veludo
Multicor
Uma criança de olhos negros
Dá-lhe uma olhadela.
Os mundos que ele traz
A cabeça dela gira
E é para ele que o anel
Os sinos de Lisboa !