Marea — Nana de quebranto (mala sombra) letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Nana de quebranto (mala sombra)" de Marea.
Letra
No te vayas aún y hazles palmas a los buhoneros
Que traen la talega hasta arriba de huesos
Que se han tirado la noche por mi, desenterrando sueños
Y hacen aliño, si me destiño
Y doy el día con la letanía de mi vertedero
Ay, que no me cabe debajo el sombrero
No te duermas con mi nana de quebranto
Que es el canto con el que despierta el sol
Llorando como un niño chico
Cada vez que le dedico
Esta sombra que me dió
Donde solo cabemos los dos
(Brígido Duque — KOMA)
Si me cuca un ojillo la parca, yo encojo la pata
Pero la sonrisa, siempre me delata
Déjame terminar de pintarle plumas a las ratas
Que cojan vuelo, desde tu pelo
Donde vivimos desde que los suelos cualquier día nos matan
Ay, si de ser cielo es de lo que se trata
No te duermas con mi nana de quebranto
Que es el canto con el que despierta el sol
Llorando como un niño chico
Cada vez que le dedico
Esta sombra que me dio
Donde solo cabemos tú y yo
(Kutxi Romero — Marea)
Cavé mi fosa entre tus cosas
Aburrido de haber sido
El que más amor te dio
También el que más fatiguita y palabras malditas camino del huerto
Sin saber si olía a muerto, nuestro triste y asqueroso corazón
Peleándome con mi cabeza, no me gana «naide»
Me falta cordura, me sobra vinagre, y mala 'follá'
Y una boquita muy bien afilada
Que prefiere triscar en la hierba
Antes que rendirle cuentas al aire
Si te quedas conmigo aquí
Sabrás que mi palabra
Viste de rojo carmesí
Dale cordel a su trajín
Saldrá de mis entrañas
Lo que vuelve en oro el serrín
O en más sangre con la que escribir.
Tradução da letra
Não vá ainda e faça palmas para os buhoneros
Que trazem a talega para cima de ossos
Que se deitaram a noite por mim, a desenterrar sonhos
E fazem molho, se me destilar
E eu dou o dia com a Ladainha do meu aterro
Ai, que não me cabe debaixo do chapéu
Não adormeças com a minha ama de quebranto
Que é o canto com o qual o sol acorda
Chorando como uma criança menino
Sempre que lhe dedico
Esta sombra que me deu
Onde só cabemos os dois
(Brígido Duque-KOMA)
Se me apertar um ilhó a parca, eu enrolo a pata
Mas o sorriso, sempre me delata
Deixa me acabar de pintar penas aos ratos
Que apanhem voo, do teu cabelo
Onde vivemos desde que os solos qualquer dia nos matam
Ai, se de ser céu é o que se trata
Não adormeças com a minha ama de quebranto
Que é o canto com o qual o sol acorda
Chorando como uma criança menino
Sempre que lhe dedico
Esta sombra que me deu
Onde só tu e eu cabemos
(Kutxi Romero-Maré)
Cavei a minha cova entre as tuas coisas
Aborrecido de ter sido
O que mais amor te deu
Também aquele que mais fatiguita e palavras malditas Caminho do jardim
Sem saber se cheirava a Morto, o nosso triste e nojento coração
Lutando com minha cabeça, não me vence " naide»
Falta-me sanidade, sobra-me vinagre, e má 'foda'
E uma boquinha muito bem afiada
Que prefere triscar na grama
Antes de prestar contas ao ar
Se ficares comigo aqui
Saberás que a minha palavra
Veste vermelho carmesim
Dá cordel ao seu trajín
Sairá das minhas entranhas
O que a serragem volta em ouro
Ou mais sangue para escrever.