Marea — La majada letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La majada" de Marea.

Letra

Recuerdo cuando te hablaba de las nogueras
Golpeando con los nudillos en la encimera
Con mi grito quejumbroso de arroyo turbio
Traje mal bajío, me llevé infortunio
Allá donde el vino mana en la sementera
Y ondean las comadronas sábanas secas
Donde se abate sin prisa a las nocheviejas
Con los tiros mudos de penas añejas
Aventando silencio le quito el precio a mi soledad
La desato y tirito, que no está escrito, pero estará
En todos los soportales, como quien mancha el ajuar
Que he querido a dentelladas y ya no hay nada que desatar
Y ahora que una majada son mis adentros
Y el cuenco medio vacío me da sustento
Sostengo sobre los hombros otro derrumbe
No será su estruendo el que me deslumbre
Los sinsabores son las flores que perdí
Mientras la orquesta no dejaba de tocar
Y yo tiraba por la borda el pedigrí
Que me hizo hombre que en las nubes quiere hozar

Tradução da letra

Lembro me quando te falei das Nogueiras
Batendo com os nós dos dedos na bancada
Com o meu grito chorão de Ribeiro Turvo
Trouxe-me mal para baixo, levei-me infortúnio
Onde o vinho jorra na sementeira
E as parteiras ondulam lençóis secos
Onde é abatido sem pressa para a véspera de Ano Novo
Com os tiros mudos de penas envelhecidas
Em silêncio tiro o preço da minha solidão
A desato e tirito, que não está escrito, mas será
Em todas as arcadas, como quem mancha o enxoval
Que eu queria dentelladas e não há mais nada para desatar
E agora que uma Pila é minha
E a tigela meio vazia me dá sustento
Eu seguro nos ombros outro colapso
Não será o seu estrondo que me deslumbra
Os sinsabores são as flores que perdi
Enquanto a orquestra não parava de tocar
E eu deitava fora o pedigree
Que me fez homem que nas nuvens quer hozar