Marea — Incandescente letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Incandescente" de Marea.

Letra

Palmo a palmo y de los pies a la cabeza, ¡como eres!
Desdeñas to lo que tienes
Algún polvo y se monto el rompecabezas, ¡ya lo tienes!
Para ver atardeceres, conmigo o sin mi
Se distingue entre la gente y retumba la tierra
Si se pone incandescente entre las piernas, y yo
Mas bandolero que el pernales, quiero luna nueva
Y besar donde tu sabes, me suda la polla que llueva o no llueva
Y vamos a echar un cante pa' el que se muere de hambre
Con las palmas de mi mama, pal que curra en el alambre
A los ojos de mi niña, a los que viven del aire
Al que vive con la ruina, al que busca por los bares
A lo puta que es la vida, a los kinkis de mi calle
Para el que viene a joderme, para el que viene a abrazarme
Un cante al que quiera escucharme
Sudo tinta cuando a ti se te calienta, ¡como eres!
Me oscureces cuando quieres
Buscas paz en cualquier cama, cualquier puerta, ¡ya la tienes!
Pa nublar amaneceres, conmigo o sin mi
Y vamos a echar un cante al que le faltan los billetes
Al que se caga en la madre del que aprieta los grilletes
A los que duermen al raso, a los que tiran pa’lante
Al silencio de tus noches, a los portales que arden
En besos adolescentes cuando va a caer la tarde
Al que escribe poesía en las paredes de una cárcel
Un cante al que quiera escucharme
Y vamos a echar un cante al que cuida la simiente
Al que tira ti los muros con palabras transparentes
A los pasos del fracaso, al que cruza la corriente
Al que regará las flores, al que sale como un rayo
Arrancando los motores antes de que cante el gallo
A los callos de las manos en los que aprendí a cuidarme
Un cante al que quiera escucharme

Tradução da letra

Palmo a palmo e dos pés à cabeça, como você é!
Desprezas o que tens
Alguma poeira e montar o quebra-cabeça, você tem isso!
Para ver o pôr do sol, comigo ou sem o meu
Distingue se entre as pessoas e ressoa a terra
Se ele fica incandescente entre as pernas, e eu
Mais bandido que o pernales, quero lua nova
E beijar onde você sabe, Sue meu pau que chova ou não chova
E vamos ter um cante para aquele que está morrendo de fome
Com as palmas da minha mãe, pal que curra no fio
Aos olhos da minha menina, aos que vivem do ar
Ao que vive com a ruína, ao que procura pelos bares
Como a vida é puta, os kinkis da minha rua
Para quem vem me foder, para quem vem me abraçar
Um cante que me queira ouvir
Eu suo tinta quando você fica quente, como você é!
Escurece me quando quiser
Procuras paz em qualquer cama, qualquer porta, já a tens!
Pa nublar amanheceres, comigo ou sem mim
E vamos lançar um cante a quem faltam os bilhetes
Aquele que caga na mãe do que aperta os grilhões
Aos que dormem ao cetim, aos que jogam pa'lante
Ao silêncio das tuas noites, aos portais que ardem
Em beijos adolescentes quando ele vai cair à noite
Aquele que escreve poesia nas paredes de uma prisão
Um cante que me queira ouvir
E vamos lançar um cante que cuida da semente
Aquele que atira as paredes com palavras transparentes
Aos passos do fracasso, ao qual cruza a corrente
Ao que regará as flores, ao que sai como um raio
Iniciando os motores antes que o galo cante
Aos calos das mãos em que aprendi a cuidar de mim
Um cante que me queira ouvir