Marea — Duerme conmigo (Directo 2008) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Duerme conmigo (Directo 2008)" de Marea.

Letra

Todavía estoy mal cosido
Ay, házmelo despacito tu
No te rías, que es verdad
Que no me lo ha hecho nadie
Que duermo solito
Que mi cama está hecha donde no hay ventanas
Donde las miradas tienen ganas
Donde hay lunas de tela y un sol navajero
De noches en vela
Donde llegó el olvido a soltar la melena
Donde nunca pienso si me quieres
Donde todo es mentira y quejíos de pena
Desconchan paredes
Duerme conmigo, si eres piedra da igual
Yo seré pedregoso camino
Duerme conmigo, yo te canto, te arrullo
Te arropo, te abrigo, te mimo
Se que me cuentan los días
Los abrazos sin hallarte
Y me recuesto en el suelo
Y se me eriza el pelo en solo recordarte
Que mi almohada está llena de cuando no estabas
De canciones que nunca cantabas
De todo, de nada, de besos de esos que nunca me dabas
Y de un tiempo a esta parte decido soñarte
Embrear mi camino con lodo
Y cagandome en todo volar, y ya ves
Despierto como me acosté
Duerme conmigo, si eres piedra da igual
Yo seré pedregoso camino
Duerme conmigo, yo te canto, te arrullo
Te arropo, te abrigo, te mimo
Y me mira de reojo cuando cree que no la miro
Como no voy a mirar si arde como el rastrojo en cuanto me descuido
Que su mirada es un tiro de sal al que ose chorar en el bosque frutal
De su libertad, de mi soledad, de nuestro vendaval
Duerme conmigo, si eres piedra da igual
Yo seré pedregoso camino
Duerme conmigo, yo te canto, te arrullo
Te arropo, te abrigo, te mimo
Y si eres aire te irás

Tradução da letra

Ainda estou mal costurado
Oh, faz-me despacito tu
Não te rias, o que é verdade
Que ninguém me fez isso
Que durmo sozinho
Que a minha cama é feita onde não há janelas
Onde os olhares estão ansiosos
Onde há luas de pano e um sol navajero
De noites sem dormir
Onde o esquecimento veio para soltar a juba
Onde nunca penso Se me amas
Onde tudo é mentira e choramingas de tristeza
Lascam paredes
Dorme comigo, se és pedra, não interessa
Eu serei pedregoso caminho
Dorme comigo, eu canto-te, arranho-te
Atiro - Te, agarro-te, mimo-te
Sei que me contam os dias
Abraços sem te encontrar
E eu me deito no chão
E o meu cabelo está a ficar arrepiado só de me lembrar de TI
Que a minha almofada está cheia de quando não estavas
De canções que nunca cantavas
De tudo, de nada, de beijos daqueles que nunca me deste
E de um tempo a esta parte decido sonhar te
Ensaboar o meu caminho com lama
E cagando em tudo voar, e você vê
Acordo como me deitei
Dorme comigo, se és pedra, não interessa
Eu serei pedregoso caminho
Dorme comigo, eu canto-te, arranho-te
Atiro - Te, agarro-te, mimo-te
E ele olha para mim quando pensa que não olho para ela
Como não vou olhar se arde como o restolho assim que me descuido
Que o seu olhar é um tiro de sal que ouse chorar na floresta frutífera
Da sua liberdade, da minha solidão, do nosso vendaval
Dorme comigo, se és pedra, não interessa
Eu serei pedregoso caminho
Dorme comigo, eu canto-te, arranho-te
Atiro - Te, agarro-te, mimo-te
E se fores ar vais te embora