Marea — Con la camisa rota (Directo 2008) letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Con la camisa rota (Directo 2008)" de Marea.
Letra
Vengo a robarte la siesta con la manilla del desván
Con toses de carretero vengo vendiendo cal
Y es que traigo colmo en los cajones
De hollín de mis pulmones, de agujas de tejer
Chispas del cruzar de cables de ojitos miserables
Que no quisieron ver
Vengo de trenzar esparto para la reja de un penal
Despeinando a la tristeza, que está recién pintá
Y es que guardo su lamento quedo
Goteando entre los dedos en cántaros de cinc
Y en zurrones de miseria, bombillas de la feria
Perfume de alperchín
Y me voy con la camisa rota
Porque me he hecho una bandera
Con guirnaldas de guijarros
Plumas de palomas negras
Que el verso que le di al aire
Muere de cualquier manera
Y en el cielo de tu boca
Se lo comerá la niebla
Vengo a herrar a las orugas para después condecorar
A las abejas que no venden la miel de su panal
Y es que traigo nubes de rabieta que inunden las macetas
De ganas de encallar
Lagrimitas traicioneras, tiñendo las bañeras…
…cuchillas de afeitar
Y me voy con la camisa rota
Porque me he hecho una bandera
Con guirnaldas de guijarros
Plumas de palomas negras
Que el verso que le di al aire
Muere de cualquier manera
Y en el cielo de tu boca
Se lo comerá la niebla
Tradução da letra
Vim tirar te a sesta com a maçaneta do sótão
Com tosses de carreteiro venho vendendo cal
E é que trago cúmulo nas gavetas
De fuligem dos meus pulmões, de agulhas de tricô
Faíscas do cruzamento de cabos de olhinhos miseráveis
Que não queriam ver
Venho de trançar esparto para a grade de um criminoso
Despeinando a tristeza, que é recém-pintado
E é que guardo o seu lamento fico
Pingando entre os dedos em cântaros de zinco
E em canhões de miséria, lâmpadas da Feira
Perfume do alperchin
E vou com a camisa partida
Porque eu fiz uma bandeira
Com guirlandas de seixos
Penas de pombos pretos
Que o verso que dei ao ar
Morre de qualquer maneira
E no céu da tua boca
O nevoeiro vai comê lo
Venho ferrar as lagartas para depois condecorar
Para as abelhas que não vendem o mel de seu favo de mel
E trago nuvens de birra que inundam os vasos
De vontade de encalhar
Lágrimas traiçoeiras, tingindo as banheiras…
cuchillas lâminas de barbear
E vou com a camisa partida
Porque eu fiz uma bandeira
Com guirlandas de seixos
Penas de pombos pretos
Que o verso que dei ao ar
Morre de qualquer maneira
E no céu da tua boca
O nevoeiro vai comê lo