Marea — Ciudad de los gitanos (Directo 2008) letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Ciudad de los gitanos (Directo 2008)" de Marea.
Letra
Los caballos negros son.
Las herraduras son negras.
Sobre las capas relucen
Manchas de tinta y de cera.
Tienen, por eso no lloran,
De plomo las calaveras.
Con el alma de charol
Vienen por la carretera.
Oh ciudad de los gitanos!
Quin te vio y no te recuerda?
Ciudad de dolor y almizcle
Con las torres de canela.
Oh ciudad de los gitanos!
Quin te vio y no te recuerda?
Apaga tus verdes luces
Que viene la benemrita.
La ciudad, libre de miedo,
Multiplicaba sus puertas.
Cuarenta guardias civiles
Entran a saco por ellas.
Los relojes se pararon
Y el coac de las botellas
Se disfraz de noviembre
Para no infundir sospechas.
Por las calles de penumbra,
Huyen las gitanas viejas
Con los caballos dormidos
Y las orzas de monedas.
Por las calles empinadas
Suben las capas siniestras,
Dejando detrs, fugaces,
Remolinos de tijeras.
Oh ciudad de los gitanos!
Quin te vio y no te recuerda?
Dejadla lejos del mar
Sin peines para sus crenchas.
Oh ciudad de los gitanos!
Quin te vio y no te recuerda?
Que te busquen en mi frente.
Juego de luna y arena.
Rosa la de los Camborios,
Gime sentada en su puerta
Con sus dos pechos cortados
Puestos en una bandeja.
Pero la Guardia Civil
Avanza sembrando hogueras,
Donde joven y desnuda
La imaginacin se quema.
Oh ciudad de los gitanos!
Quin te vio y no te recuerda?
Que te busquen en mi frente.
Juego de luna y arena.
Oh ciudad de los gitanos!
La Guardia Civil se aleja
Por un tnel de silencio
Mientras las llamas te cercan.
Tradução da letra
Os cavalos negros são.
As ferraduras são pretas.
Sobre as camadas reluzem
Manchas de tinta e cera.
Eles têm, por isso não choram,
Chumbo os crânios.
Com a alma de couro
Eles vêm pela estrada.
Oh cidade dos ciganos!
O Quin viu-te e não se lembra de ti?
Cidade de dor e musk
Com as torres de canela.
Oh cidade dos ciganos!
O Quin viu-te e não se lembra de ti?
Apaga as tuas luzes verdes
Que vem a benemrita.
A cidade, livre de medo,
Multiplicava as suas portas.
Quarenta guardas civis
Estão a sacar por elas.
Os relógios pararam
E o coac das garrafas
Foi disfarce de novembro
Para não incutir suspeitas.
Pelas ruas de penumbra,
As ciganas velhas fogem
Com os cavalos a dormir
E as orças de moedas.
Pelas ruas íngremes
As camadas sinistras sobem,
Deixando detrs, fugazes,
Redemoinhos de tesoura.
Oh cidade dos ciganos!
O Quin viu-te e não se lembra de ti?
Deixem na longe do mar
Sem pentes para as criancas.
Oh cidade dos ciganos!
O Quin viu-te e não se lembra de ti?
Que te procurem na minha testa.
Jogo de lua e areia.
Rosa A dos Camborianos,
Geme sentada à sua porta
Com seus dois peitos cortados
Colocados em uma bandeja.
Mas a Guarda Civil
Avança semeando fogueiras,
Onde jovem e nua
A imaginação queima.
Oh cidade dos ciganos!
O Quin viu-te e não se lembra de ti?
Que te procurem na minha testa.
Jogo de lua e areia.
Oh cidade dos ciganos!
A Guarda Civil está a afastar se
Por um tnel de silêncio
Enquanto as chamas te cercam.