Marea — Bienvenido al secadero letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Bienvenido al secadero" de Marea.

Letra

Agua que reconcome, desgasta y taladra
No mojará mi posada sin luz
Que aquí me atrevo a enjaularla y decirle de todo
Y se me enamora
Vuelve cuando me encuentro salvando los muebles
Para apilarlos y darles de arder
Para que ría y se haga de día sin amanecer
Sabe que la convido a comerse las llaves
Del purgatorio de mi naufragar
Que no conozco yesaire tan fino que luzca mi carraspera
Y temple mi torpe envite de acero caliente
Para joder con las patas de atrás
Y dar la vuelta y buscar la reyerta en otro trashumar
Bienvenido al secadero, ven a ver el desconcierto
Que tocan a muerto los kinkis besando con saña, los poligoneros
Los faquires que se acuestan junto a mí
Y apuntalan, escupiendo al viento, mis entrañas de viejo
Saca pa' los mosquitos el clavo y la albahaca
Que una ambrosía por fin sacaré
De mis recuerdos infectos en donde no flotan las carabelas
Llenas de redileo, trasquile y cadenas
Pero este sauce quiere sonreír
Y en adelante le queda el desplante para resistir

Tradução da letra

Água que reconcome, desgasta e fura
Não molhará a minha pousada sem luz
Que aqui ouso prendê la e contar lhe tudo
E ela apaixona se por mim
Volta quando me encontro a salvar a mobília
Para empilhá-los e queimá-los
Para que ria e se faça de dia sem amanhecer
Sabe que a convido a comer as chaves
Do Purgatório do meu naufrágio
Que eu não conheço yesaire tão fino que parece minha carraspera
E temperar meu desajeitado envite de aço quente
Para foder com as patas de trás
E dar a volta e procurar a briga em outro trashumar
Bem-vindo ao secador, venha ver a confusão
Que tocam a Morto os kinkis beijando com Sanha, os poligoneiros
Os faquires que se deitam ao meu lado
E sustentam, cuspindo ao vento, minhas entranhas de velho
Saca pa ' os mosquitos o cravo e o manjericão
Que uma ambrósia finalmente vou tirar
Das minhas memórias infecto onde não flutuam as caravelas
Cheias de redileo, tosquia e correntes
Mas este salgueiro quer sorrir
E a partir de agora ele tem a queda para resistir