Marco Masini — Cosa rimane (a Marco) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Cosa rimane (a Marco)" de Marco Masini.

Letra

Silenzi pesanti,
è tutto quel che rimane.
Tu guardi avanti,
ma non ci parli più.
Noi camminiamo
in mezzo a questa gente che non sa Che questa voglia dentro
per sempre durerà.
Noi ti cerchiamo anche per darti
un’altra via d’uscita,
e nelle notti tu ci parli della vita,
di tutto il tempo che sprecato inutilmente va a perdersi in un cielo che nessuno sa,
di quanto è amaro dare tutto e non riaverlo mai,
quanto tutto forse è niente
e tu lo sai.
E penso a te che odiando te ne vai,
chissà cosa farai, ma perchè?!
Questo freddo ti divora,
ti trasforma e ti abbandona,
e ci lasci soli qui.
La mente è così fragile,
si posa su un filo instabile
e noi con lei ci trasciniamo
in questo mondo che ci vede nascere,
morire e spesso piangere.
Così stanotte tra la gente mi confonderò,
in questo film senza comparse mi rimmergerò,
e sarà dolce naufragare nella mia pazzia,
il pensiero che tu non te ne andrai via.
E penso a te che odiando te ne vai,
chissà cosa farai, ma perchè?!
Questo freddo ti divora,
ti trasforma e ti abbandona,
e ci lasci soli qui con noi,
e ci lasci ancora qui.
Parla di te,
da quando hai detto «mai» ai troppi «se»,
soffrendo più di noi
che ascoltiamo e poi vivremo i sogni tuoi
per sempre, per sempre…
Questo freddo ti divora,
ti trasforma e ti abbandona,
non lasciarci soli qui con noi,
vieni a prenderci.
Non vedi? Siamo qui!
(Grazie a CAROLINA CALISTRI per questo testo)

Tradução da letra

Silêncios pesados,
é tudo o que resta.
Olha para a frente.,
mas não fales mais com ele.
Caminhamos
no meio destas pessoas que não sabem que querem isto lá dentro
vai durar para sempre.
Nós também procuramos você para dar-lhe
outra saída,
e nas noites você nos fala sobre a vida,
de todo o tempo perdido desnecessariamente vai perder-se num céu que ninguém sabe,
como é amargo dar tudo e nunca recuperá-lo,
quanto tudo talvez não seja nada
e tu sabes disso.
E penso em TI que, ao odiar-te, partir,
Pergunto-me o que vais fazer, mas porquê?!
Este frio devora-te,
transforma - se e abandona-te,
e deixa-nos Aqui em paz.
A mente é tão frágil,
coloca-se num fio instável.
e arrastamo-nos com ela
neste mundo que nos vê nascer,
morrer e muitas vezes chorar.
Esta noite, entre as pessoas, vou ficar confuso.,
neste filme, sem extras, vou rimmergo,
e será doce afundar na minha loucura,
a ideia de que não te vais embora.
E penso em TI que, ao odiar-te, partir,
Pergunto-me o que vais fazer, mas porquê?!
Este frio devora-te,
transforma - se e abandona-te,
e deixa-nos Aqui sozinhos connosco,
e deixa-nos Aqui outra vez.
Falar de TI,
já que disseste "nunca" a muitos " se»,
sofrer mais do que nós
que escutamos e depois vivemos os teus sonhos
para sempre, para sempre…
Este frio devora-te,
transforma - se e abandona-te,
não nos deixes aqui sozinhos connosco.,
vem buscar-nos.
Não vês? Chegámos!
(Agradecimentos a CAROLINA CALISTRI por este texto)