Marcella Bella — Albergo a ore letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Albergo a ore" de Marcella Bella.
Letra
Lo lavoro al bar
D’un albergo a ore
Porto su il caffè
A chi fa l’amore
Vanno su e giù
Coppie tutte eguali
Non le vedo più
Manco con gli occhiali…
Ma sono rimasto là come un cretino
Vedendo quei due arrivare un mattino:
Puliti, educati, sembravano finti
Sembravano proprio due santi dipinti !
M' han chiesto una stanza
Gli ho fatto vedere
La meno schifosa
La numero tre !
E ho messo nel letto i lenzuoli più nuovi
Poi, come San Pietro
Gli ho dato le chiavi
Gli ho dato le chiavi di quel paradiso
E ho chiuso la stanza, sul loro sorriso !
Lo lavoro al bar
Di un albergo a ore
Porto su il caffè a chi fa l’amore
Vanno su e giù
Coppie tutte eguali
Non le vedo più
Manco con gli occhiali !
Ma sono rimasto là come un cretino
Aprendo la porta
In quel grigio mattino
Se n’erano andati
In silenzio perfetto
Lasciando soltanto i due corpi nel letto
Lo so, che non c’entro, però non è giusto
Morire a vent’anni e poi, proprio qui !
Me Ii hanno incartati nei bianchi lenzuoli
E l’ultimo viaggio l' han fatto da soli:
Né fiori né gente, soltanto un furgone
Ma là dove stanno, staranno benone !
Lo lavoro al bar
D’un albergo ad ore
Portò su il caffè
A chi fa l’amore…
Lo sarò un cretino
Ma chissà perché
Non mi va di dare a nessuno
La chiave del tre !
Tradução da letra
Trabalho no bar.
De um hotel à hora
Vinho do Porto sobre o café
Quem faz amor
Eles vão para cima e para baixo
Pares todos iguais
Já não os vejo.
Sem óculos…
Mas fiquei ali parado como um idiota
Ver aqueles dois chegarem uma manhã:
Limpos, educados, pareciam falsos.
Pareciam Dois Santos pintados !
Pediram-me um quarto.
Eu mostrei-lhe.
O menos nojento
Número três !
E pus na cama os lençóis mais novos.
Então, como São Pedro
Eu dei-lhe as chaves.
Dei-lhe as chaves daquele Paraíso.
E fechei a sala, com o sorriso deles !
Trabalho no bar.
De um hotel à hora
Trago café para fazer amor.
Eles vão para cima e para baixo
Pares todos iguais
Já não os vejo.
Eu não tenho óculos !
Mas fiquei ali parado como um idiota
Abrir a porta
Naquela manhã cinzenta
Eles tinham desaparecido.
Em perfeito silêncio
Deixando apenas os dois corpos na cama
Sei que não tive nada a ver com isso, mas não é justo.
Morrer aos vinte e depois, aqui mesmo !
Embrulharam-no em lençóis brancos.
E a última viagem que fizeram sozinhos:
Sem flores, sem pessoas, só uma carrinha.
Mas onde eles estão, eles vão ficar bem !
Trabalho no bar.
De um hotel à hora
Ele trouxe o café.
Quem faz amor…
Vou ser um idiota.
Mas quem sabe porquê
Não quero dá-lo a ninguém.
A chave para três !