Marc — A Million Manias letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "A Million Manias" de Marc.
Letra
And always in the punch-drunk morning
Coffee old, toast turned cold
Orange marmalade and old shoe leather
A line of vitamins
To purify the several sins
That help to hold my shadowed soul together
I trembled with the million things
The taxi driver starts to sing
One of my songs, one that I like the least
He says, «That was the only one I liked»
My face cracks, my misery
Increased. Oh my misery
«Oh my misery»
I know your name is every day
To keep my sanity at bay
A million manias to make me suffer
The phone rings constantly
I feel the need to throw a fit
Or throw the phone, it hits the wall
I? in my head and?
Up to several inches small
And there’s a voice in my right ear
A voice in my left ear
It’s getting hard to hear and
Claustrophobia smothers me with fear
I need a gun to blow my brains
Or blow the brains of any
Sucker standing in my way, today
Look out!
(Bang bang, shoot shoot)
(Bang bang, shoot shoot)
(Look out, look out, look out!)
(Bang bang, shoot shoot)
(Bang bang, shoot shoot)
(Look out, look out, look out!)
A million manias every day
To keep my sanity at bay
A million manias to make me suffer
A million manias weigh me down
Neurosis forcing me to drown
This couldn’t happen to any other
Dog or its mother, brother
And pulled each way by wild dogs
And I sway just like a corpse
Upon a rope turning green with nausea
And a sailor white with anger
A touch of purple right 'round the throat
And you wallow in my sea of doom
And stretch out in a private room
A? grave to come and get me soon
A rhapsody of suffering
As a thousand wailing souls
Hold out their hands for bits of me
To pin up as morbid momentos
In their rooms
And then he bangs on the table
And? hammers the door
I? back in their sockets
And my friends ask me to stop it
And I?
And I keep them? out on the floor
And I pick up all the pieces
And I glue them back together
And an angry?
Tradução da letra
E sempre na manhã embriagada
Café Velho, torrada esfriada
Marmelada laranja e couro de sapato velho
Uma linha de vitaminas
Para purificar os vários pecados
Que ajudam a manter a minha alma sombria Unida
Tremia com um milhão de coisas.
O taxista começa a cantar
Uma das minhas canções, uma que eu gosto menos
Ele diz: "era o único de quem eu gostava»
A minha cara parte-se, a minha miséria
Aumento. Oh meu sofrimento
"Oh meu sofrimento»
Sei que o teu nome é todos os dias.
Para manter a minha sanidade à distância
Um milhão de manias para me fazer sofrer
O telefone toca constantemente.
Eu sinto a necessidade de dar um ataque
Ou atira o telefone, bate na parede.
Eu? na minha cabeça e?
Até vários centímetros Pequeno
E há uma voz no meu ouvido direito
Uma voz no meu ouvido esquerdo
Está a ficar difícil de ouvir e ...
A claustrofobia sufoca-me com medo.
Preciso de uma arma para estourar os miolos.
Ou estoirar os miolos de qualquer um.
Idiota no meu caminho, hoje
Cuidado!
(Bang bang, shoot shoot shoot))
(Bang bang, shoot shoot shoot))
(Cuidado, cuidado, cuidado!)
(Bang bang, shoot shoot shoot))
(Bang bang, shoot shoot shoot))
(Cuidado, cuidado, cuidado!)
Um milhão de manias todos os dias
Para manter a minha sanidade à distância
Um milhão de manias para me fazer sofrer
Um milhão de manias pesa-me.
Neurose a obrigar-me a afogar
Isto não podia acontecer a mais ninguém.
Cão ou sua mãe, irmão
E puxado por cães selvagens
E eu baloiço como um cadáver
Sobre uma corda a ficar verde com náuseas
E um marinheiro branco com raiva
Um toque de roxo à direita à volta da garganta
E tu chafurdas no meu mar da desgraça
E estica-te numa sala privada.
A? a sepultura virá buscar-me em breve
Uma rapsódia de sofrimento
Como mil almas lamentáveis
Estendam as mãos por pedaços de mim
Para me encararem como mórbidos momentos
Nos seus quartos
E depois bate na mesa
E? martela a porta
Eu? de volta às suas tomadas
E os meus amigos pedem-me para o parar.
E Eu?
E eu fico com eles? no chão
E eu pego em todos os pedaços
E colo-os de volta.
E um zangado?