Manticora — King of the Absurd letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "King of the Absurd" de Manticora.

Letra

Can I cover your eyes with my hands?
Can I make you walk in my darkened lands?
A pawn to move around in my game of chess
Feeling down?
Come to me child and confess
Oh what I’d give to be able to see
Your shameless mirrored reflections of me Soulless eyes that try to penetrate
The shell I made, to find out it’s too late
I use you solely for the sake of me In egocentric vile fantasy
Self-indulgent; I am throwing you in the dirt
In my own dark dream
I’m king of the absurd
Can I measure my intelligence on you?
Can I use you as my tool to pass on through?
The halls of dark oblivion thay make
I’m the diamond that was made to never break
«So you wormed your way into my line of thoughts
Passing all the trenches I built to keep you out
And you found the barrier that no one else could break
A synaptic fortress to show you what I’m all about»
Hollowed out by speculation
In everlasting vile equation
Self indulgence; I’m drowing you in the dirt
In my own reality
I’m king of the absurd

Tradução da letra

Posso tapar - te os olhos com as mãos?
Posso fazer-te andar nas minhas terras escuras?
Um peão para andar no meu jogo de xadrez
Sentes-te em baixo?
Vem a mim criança e confessa
O que eu daria para poder ver
Os teus desavergonhados reflexos espelhados dos meus olhos sem alma que tentam penetrar
A concha que eu fiz, para descobrir que é tarde demais
Uso-Te apenas para meu bem, numa fantasia egocêntrica e vil.
Auto-indulgente; estou a atirar-te para a terra
No meu próprio sonho escuro
Sou o rei do absurdo.
Posso medir a minha inteligência contigo?
Posso usar-te como minha ferramenta para passar?
Os salões do esquecimento escuro que fazem
Sou o diamante que foi feito para nunca quebrar
"Então entraste na minha linha de pensamentos
Passando por todas as trincheiras que construí para te manter fora
E encontraste a barreira que mais ninguém podia quebrar
Uma fortaleza sináptica para te mostrar o que sou»
Vazio por especulação
Na equação vil eterna
Auto-indulgência, estou a babar-te na terra.
Na minha própria realidade
Sou o rei do absurdo.