Manolo Garcia — Sobre el Oscuro Abismo en Que Te Meces letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Sobre el Oscuro Abismo en Que Te Meces" de Manolo Garcia.
Letra
En los talles de las mujeres te complaces
En cuadros antiguos y en herrumbrosas llaves
En el pasar sereno del cometa
En el cajón secreto de tu armario
En la luz brillante de las olas
En el oscuro abismo en que te meces
De palabras viejas y antiguos verbos
Como el vino viejo que bebes
Es tu aroma seco de una vida larga
Sobre el oscuro abismo en que te meces
Sobre el oscuro abismo en que me mezco
Sobre el oscuro abismo en que te meces
Sobre el oscuro abismo en que me mezco
Junto a las acacias de la orilla
De flores te disfrazas
Y como si todo fuese cierto
Te miras en el miedo
Florecen las malvalocas
En la selva de tu pelo
Mientras te bebes los días
Como azúcar caramelo
Al refresco de lima
Al refresco salvaje
Que la vida se enreda
Como bolo de encaje
Florecen las primaveras
De risas y de aguaceros
Como florecen los campos
De la tierra que más quiero
A tu lado mi vida
Va pasando discreta
Entre los naranjos
Que yo tengo en mi vega
En los talles de las mujeres te complaces
En los cuadros antiguos y en las herrumbrosas llaves
En el pasar sereno del cometa
En el cajón secreto de tu armario
De palabras viejas y antiguos verbos
Como ese vino viejo que bebes
Es tu aroma seco de una vida larga
Es tu aroma en la vibrante luz de las olas
Sobre el oscuro abismo en que te meces
Sobre el oscuro abismo en que me mezco…
Tradução da letra
Nos tamanhos das mulheres você fica satisfeito
Em quadros antigos e em Chaves enferrujadas
No passe sereno do cometa
Na gaveta secreta do seu armário
Na luz brilhante das ondas
No abismo escuro em que você se balança
De palavras antigas e verbos antigos
Como o vinho velho que bebes
É o teu aroma seco de uma vida longa
Sobre o abismo escuro em que você se balança
Sobre o abismo escuro em que me minto
Sobre o abismo escuro em que você se balança
Sobre o abismo escuro em que me minto
Ao lado das Acácias da Costa
De flores você se disfarça
E como se tudo fosse verdade
Você olha para o medo
As malvalocas florescem
Na selva do teu cabelo
Enquanto bebes os dias
Como açúcar caramelo
Ao refrigerante de lima
Ao refrigerante Selvagem
Que a vida se enrede
Como bolo de renda
As molas florescem
De risos e de aguaceiros
Como os campos florescem
Da terra que mais amo
Ao teu lado minha vida
Está a acontecer discreta
Entre as laranjeiras
Que eu tenho no meu vega
Nos tamanhos das mulheres você fica satisfeito
Nos quadros antigos e nas chaves enferrujadas
No passe sereno do cometa
Na gaveta secreta do seu armário
De palavras antigas e verbos antigos
Como aquele vinho velho que bebes
É o teu aroma seco de uma vida longa
É o teu aroma na luz vibrante das ondas
Sobre o abismo escuro em que você se balança
Sobre o abismo escuro em que me minto…