Manolo Garcia — Sabras Que Andar Es Un Sencillo Vaiven letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Sabras Que Andar Es Un Sencillo Vaiven" de Manolo Garcia.

Letra

Nacer, vivir, los rostros anhelantes
Los gestos ávidos de vida
Lo veo en las calles
En el tiempo detenido
Vivir, crecer expuestos al amor
Expuestos al llanto, a la nostalgia
A la risa y al dolor
Dispuestos para cada instante
Que amamos la vida
Vivir para amar
Un soplo de brisa. La vida
Cualquier forma de vida
En la lucha desigual
En un mundo que naufragará
Si no defendemos cualquier forma
De vida natural
Si no me inquieta
Un mundo asfaltado, sin vida
Sabré que andar, sentir
Es un sencillo vaivén
Y a ratos, alejarme de mí
Hará más liviano el peso de mis alforjas
Sabrás que despertar
A ese sencillo vaivén
Tan sólo es respirar y dejarse llevar
En los ánades migrando, en un manzano
O en la grandiosidad de un iceberg
Nacer, vivir. Destello, extravío. La vida
El tirón de la vida
Lo veo en la gente
En el tiempo presente
Celeste cuerpo, amor de fogón
Expuestos al quebranto, a la perfidia
Al goce y al perdón
Dispuestos para cada instante de hambre
De vida
Sabré que andar, sentir
Es ir más lento, parar
Y a ratos desprenderse, que al fin
Pureza del aire colma el pecho y las ansias
Sabré que despertar
A ese sencillo vaivén
Es lento; es arribar a serenos confines
En papeleo de mariposas, hacía un fiordo
O en el cobalto azul del huracán

Tradução da letra

Nascer, viver, os rostos almejantes
Os gestos ávidos de vida
Vejo o nas ruas
No tempo parado
Viver, crescer expostos ao amor
Expostos ao choro, à nostalgia
Ao riso e à dor
Dispostos para cada instante
Que amamos a vida
Viver para amar
Um sopro de brisa. A vida
Qualquer forma de vida
Na luta desigual
Num mundo que naufragará
Se não defendermos qualquer forma
De vida natural
Se não me incomoda
Um mundo asfaltado, sem vida
Saberei o que andar, sentir
É um simples balanço
E a tempos, afastar-me de mim
Vai tornar o peso dos meus alforjes mais leve
Saberás o que acordar
A esse simples vaivém
É só respirar e deixar-se levar
Nos patos migrando, em uma macieira
Ou na grandiosidade de um iceberg
Nascer, viver. Clarão, extravio. A vida
O puxão da vida
Vejo o nas pessoas
No tempo presente
Celeste corpo, amor de fogão
Expostos ao quebranto, à perfídia
Ao gozo e ao perdão
Dispostos para cada instante de fome
De vida
Saberei o que andar, sentir
É ir mais devagar, parar
E a tempos separar-se, que ao fim
Pureza do ar enche o peito e os desejos
Saberei o que acordar
A esse simples vaivém
É lento; é chegar a serenos confins
Na papelada de borboletas, fazia um fiorde
Ou no cobalto azul do furacão