Manolo Garcia — Morder El Polvo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Morder El Polvo" de Manolo Garcia.

Letra

Ya el verano abandona sus hojas
Y el fino cordón por donde baja mi pálpito de hiedra
Haciendo filigrana dibuja fortalezas de frontera
No pasarán, no han de pasar
La grisura ni el vacío inmesurable
Que sucede al aviso de unos ojos diciendo adiós
Adiós ahora sí, esta vez sí, para siempre, adiós
Y el valor consitiría en hacer astillas
El endeble andemiaje de errores cometidos
Y admitir que simplemente hemos vivido
Eso sí, bajo el peso de nuestra propia ley de gravedad
Arriba, siempre arriba, sin pensar en la caída
Ya el venaro sombrea sus hojas
Y el fino pensar donde se rasga mi pálpito de ausencias
Haciendo filigrana
Compone y remendando regenera
No pasará, no ha de pasar
Que de un azar disfrazado arme barreras
No quiero otros ojos que me miren diciendo adiós
Adios ahora sí, esta vez sí, para siempre, adiós
Sólo candorosa esperanza de un austero viajar
Un recomponer los pedazos, un digno renquear
Ahora prueba a no juzgar y a perder
El miedo a las derrotas, porque el mar, los océanos
Igual que acunan pueden engullir
Y aún así, todos buscamos luminoso amanecer
Propicio viento
Adentro, mar adentro mientras quede un solo remo
A nadie le gusta besar el polvo
A nadie le gusta morder el polvo
A nadie le gusta
A nadie le gusta besar el polvo
A nadie le gusta morder el polvo
A nadie le gusta
A nadie
Y es que a nadie le gusta
(Gracias a Mari Luz por esta letra)

Tradução da letra

Já o verão deixa suas folhas
E o laço fino por onde desce o meu palpite de Hera
Fazendo filigrana desenha fortalezas de fronteira
Não vão passar, não vão passar
O acinzentado nem o vazio imesurável
O que acontece ao aviso de uns olhos dizendo adeus
Adeus agora sim, desta vez sim, para sempre, adeus
E a coragem conseguiria fazer lascas
O frágil andemiagem de erros cometidos
E admitir que simplesmente vivemos
Isso sim, sob o peso da nossa própria lei da gravidade
Para cima, sempre para cima, sem pensar na queda
Já o venaro guarda as suas folhas
E o bom pensar onde se rasga o meu pressentimento de ausências
Fazendo filigrana
Compõe e remendando regenera
Não vai acontecer, não vai acontecer
Que de um acaso disfarçado arme barreiras
Não quero outros olhos a olhar para mim a dizer adeus
Adeus agora sim, desta vez sim, para sempre, adeus
Apenas esperança ardente de um austero viajar
A recompor as peças, um renque digno
Agora tente não julgar e perder
Medo de derrotas, porque o mar, os oceanos
Assim como eles embalam eles podem engolir
E ainda assim, todos nós procuramos nascer do sol brilhante
Vento propício
Para dentro, para fora enquanto houver apenas um remo
Ninguém gosta de beijar a poeira
Ninguém gosta de morder a poeira
Ninguém gosta
Ninguém gosta de beijar a poeira
Ninguém gosta de morder a poeira
Ninguém gosta
A ninguém
E ninguém gosta
(Graças a Mari Luz por esta letra)