Manolo Garcia — En Un Estanque De Libelulas letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "En Un Estanque De Libelulas" de Manolo Garcia.

Letra

Mi amor flota con nenufares en un estanque de libelulas azules
El tuyo es un trio de golondrinas en un bosque de papel
Centellas negras atravesando nubes
Mi amor sera agua del vapor de un barco, carboncillo en tuyo
Pulido anaquel para colgar platos
Para colgar platos con lindos dibujos de arboles floridos
Para nuevas noches calidas de olvidos
El amor es de luz que pasa por ojos de puente romano
Luz cambiante que acaricio sus sillares con las manos que los tallaron
Nuestro amor es busto de arcilla de bella liberta con pendientes
Es de hojas de te de aromas humedos de los orientes
Mi amor flota con nenufares en un estanque de libelilas azules
Castillo es, tejado de golondrinas en un bosque de papel
Abandonadas ruinas bajo las nubes
El arpa da notas, tremula de rosas, y un tu breve boca refila la flauta
Viruta de brozas
De broza de rizos, limaduras de angel
De tu aliento dulce mazapan en bucles y anisillo en gotas
Quemare desde hoy mis rastrojos a diosas terrenales
Y en noches sin luna, candiles votivos de buenos augurios a los nuevos amores
No sera mas, mi amor, mano firme de anillo de mimbre ajustado
Ya por siempre sera de fierro argentino. Su vaina de cuero gastado

Tradução da letra

Meu amor flutua com nenufares em um lago de libélulas azuis
O seu é um trio de andorinhas em uma floresta de papel
Centelhas negras atravessando nuvens
Meu amor será água do vapor de um barco, carvão em seu
Polimento prateleira para pendurar pratos
Para pendurar pratos com desenhos bonitos de árvores floridas
Para novas noites quentes de esquecimento
O amor é de luz que passa pelos olhos de Ponte Romana
Luz em mudança que eu acaricio seus assentos com as mãos que os cinzelaram
Nosso amor é Busto de argila de bella liberta com brincos
É de folhas de chá de aromas zonas húmidas dos orientes
Meu amor flutua com nenufares em um lago de libelilas azuis
Castelo é, andorinhas telhado em uma floresta de papel
Ruínas Abandonadas sob as nuvens
A harpa dá notas, tremula de rosas, e uma Tua breve boca refila a flauta
Cavacos de brozas
De broza de cachos, limalhas de anjo
De sua respiração doce marzipan em loops e anisillo em gotas
Queimarei a partir de hoje os meus restolho a deusas terrenas
E em noites sem lua, velas votivas de bons presságios para novos amores
Não será mais, meu amor, mão firme de anel de vime apertado
Já para sempre será do fierro argentino. Sua bainha de couro desgastado