Manolo Garcia — Con los Hombres Azules letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Con los Hombres Azules" de Manolo Garcia.

Letra

Sobre mis párpados vela
El gallo de la madrugada
Sobre el péndulo que la vigilia mueve
Tus rotundas palabras, tu cortante gesto
Son el gélido viento que silba
Por las rendijas de mi pensamiento
Y es tan grande la tristeza que hoy siento…
Aléjate espejismo del amor eterno
Sólo eres literaria veleidad
Ni al peregrino das posada
Ni al sediento agua
Ni al que ansía saber muestras la verdad
Detesto el tiempo, la ansiedad lamento
Descansar sólo quiero, junto al calor del fuego
Me amarro al momento, y lo único que poseo
Con los hombres azules irme al azul desierto
Es lo que hoy deseo, y a ti te deseo
Que de cascabeles, pífanos y timbales
Se alegre tu camino
Que nunca te sea adverso el destino
Que encuentres en tu vida
Amigos diáfanos y entretenidos
Sobre mis párpados velas
Frágil ave de la madrugada
Eres péndulo que en la vigilia hiere
Tus cortantes palabras, tu rotundo gesto
Son el gélido viento que silba
Por las rendijas de mi pensamiento
Y es tan honda la nostalgia que hoy siento…
Aléjate espejismo del amor eterno
Sólo eres literaria veleidad
Ni al peregrino das posada
Ni al sediento agua
Ni al que ansía saber muestras la verdad
Somete el tiempo apagará el lamento
Bajo un límpido cielo al calor del fuego
Me acojo el momento y lo único que deseo
Es con los hombres azules
Irme al azul desierto
Es lo que hoy deseo
Y a ti te deseo que encuentres tu camino
Es lo que hoy te deseo y lo que hoy te escribo

Tradução da letra

Sobre as minhas pálpebras vela
O galo da madrugada
Sobre o pêndulo que a vigília move
Suas palavras rotundas, seu gesto cortante
São o Vento Gelado que assobia
Pelas fendas do meu pensamento
E é tão grande a tristeza que hoje sinto…
Afasta te miragem do amor eterno
Você é apenas literária veleidade
Nem ao peregrino das posada
Nem ao sedento água
Nem quem quer saber mostra a verdade
Detesto o tempo, a ansiedade lamento
Descansar só quero, junto ao calor do fogo
Amarro-Me ao momento, e tudo o que possuo
Com os homens azuis ir para o deserto azul
É o que desejo hoje, e a ti desejo
Que de Chocalhos, pífanos e tímpanos
Seja alegre seu caminho
Que nunca te seja adverso o destino
Que encontres na tua vida
Amigos diáfanos e divertidos
Sobre as minhas pálpebras velas
Pássaro frágil da madrugada
Você é pêndulo que na vigília fere
Suas palavras afiadas, seu gesto retumbante
São o Vento Gelado que assobia
Pelas fendas do meu pensamento
E é tão profunda a saudade que hoje sinto…
Afasta te miragem do amor eterno
Você é apenas literária veleidade
Nem ao peregrino das posada
Nem ao sedento água
Nem quem quer saber mostra a verdade
Submeta o tempo desligará o lamento
Sob um céu límpido ao calor do fogo
Acolho o momento e tudo o que desejo
É com os homens azuis
Ir para o deserto azul
É o que desejo hoje
E Desejo te que encontres o teu caminho
É o que hoje te desejo e o que hoje te escrevo