Manolo Garcia — Cierro La Noche letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Cierro La Noche" de Manolo Garcia.
Letra
Hay un cielo mas allá mucho mucho mas allá
De cualquiera de nuestros firmamentos
Ha millones trillones de años luz
De la galaxia african de nuestra mente
Yo aquí sobre volando mares de dudas
En busca de mística incógnita serena
Siendo emisor receptor sin descanso
Ojala pudiésemos fluir
Como cadena eslabones de lógica
Hay un cielo mas acá mucho mucho mas acá
Que el de esos mundos que estamos destruyendo
Y no hay ninguna justificación
No me sirve mas razón que esa
Que no estamos teniendo
Cierro la noche polifónica discreta
Del flotar de sierra de los insecto
Cierro al noche cierro…
Cierro la noche me arropo bajo constelaciones
Y mil liadas de sueños
Lacrado a los colores iridiscente
Resplandores de una calma duradera
En un sueño de planeta pequeño
Cierro la noche
Hay un cielo mas allá mucho mucho mas allá
De la galaxia parcial de nuestra mente
Y observar que ya se ampara en el barro del deshielo
O seguir con la mirada caravana de camellas
Es tanta locura junta o menor que la voracidad
Y la desmesura del mundo
Y ahora vuelvo a la tarde asturiana que declina
Ha cambiar lo que queda de un paisaje sin parques
La plenitud de los sentido la alegria
Lejos de las grandes
Urbes del imperio
Hay un cielo mas acá mucho mucho mas acá
Sin todo los errores que estamos cometiendo
Habría un cielo mas azul mucho mucho mas azul
Que esta locura de estos últimos tiempos
Cierro la noche polifónia que alegra
A esas horas altas en que el mundo se para
Cierro la noche cierro… cierro la noche
Que desde el sueño todo es sencillo
Si hay serenatas de violines y bandurrias
Bajos ventanas entre abiertas entres
Sueños serenatas de guitarra
Que anuncian que empieza la fiesta. abro la noche …
Tradução da letra
Há um céu além muito muito além
De qualquer um dos nossos firmamentos
Tem milhões trilhões de anos luz
Da galáxia africana da nossa mente
Eu aqui sobre voando mares de dúvidas
À procura de mística incógnita serena
Sendo emissor receptor sem descanso
Oxalá pudéssemos fluir
Como uma cadeia elos de lógica
Há mais um céu aqui muito muito mais aqui
Que aquele daqueles mundos que estamos a destruir
E não há justificação
Não me serve mais razão que essa
Que não estamos a ter
Eu fecho a noite polifônica discreta
Do flutuador da Serra dos insetos
Fecho à noite Fecho…
Fecho a noite atiro me sob constelações
E mil pacotes de sonhos
Lacrado às cores iridescente
Brilhos de uma calma duradoura
Em um sonho de planeta pequeno
Fecho a noite
Há um céu além muito muito além
Da galáxia parcial da nossa mente
E observar que já se ampara na lama do degelo
Ou ficar com o olhar caravana de camellas
É tanta loucura juntos ou menor do que a voracidade
E a desmesura do mundo
E agora volto à tarde asturiana que declina
Tem mudar o que resta de uma paisagem sem parques
A plenitude dos sentidos a alegria
Longe das grandes
Urbes do Império
Há mais um céu aqui muito muito mais aqui
Sem todos os erros que estamos cometendo
Haveria um céu mais azul muito muito mais azul
Que esta loucura dos últimos tempos
Fecho a noite polifonia que alegra
Nas horas mais altas em que o mundo pára
Fecho a noite Fecho Cier fecho a noite
Que desde o sonho tudo é simples
Se houver serenatas de violinos e bandurrias
Janelas baixas entre abertas entre
Sonhos serenatas de guitarra
Que anunciam que a festa começa. abro a noite …