Manolo Escobar — Bajo Mi Cielo Andaluz letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Bajo Mi Cielo Andaluz" de Manolo Escobar.

Letra

La luz de este cielo
De mi Andalucía
Es como el reflejo
De un fino cuchillo
Y hasta la guitarra
Canta y vibra sola
Con el sortilegio
De algún fandanguillo
Su luz, como risa
De alegre campana
Es la maravilla
De su resplandor
Es como una copla
Que el aire desgrana
Bajo la mirada
De su claro sol
Estribillo:
Cielo andaluz, el de las cruces de mayo
El que llenó de alegres risas mi patio
Cielo andaluz, de incomparable esplendor
Bajo tus luceros son dos bandoleros
Ojos de un rostro español
La fiebre en la sangre
El alma en los ojos
En lo alto la luna
El vino en la caña
El que no ha vivido
La noche andaluza
Que no diga nunca
Que vive en España
Que no diga nunca
Que oyó alguna copla
Ni diga tampoco
Que sabe querer
Si no se ha embriagao
De noche andaluza
Mirando a los ojos
De alguna mujer
Estribillo

Tradução da letra

A luz deste céu
Da minha Andaluzia
É como o reflexo
De uma faca fina
E até a guitarra
Canta e vibra sozinha
Com Sortilégio
De um fandanguinho
Sua luz, como riso
De Alegre sino
É a maravilha
Do seu brilho
É como um dístico
Que o ar rasgue
Sob o olhar
Do seu sol claro
Refrão:
Céu andaluz, o das Cruzes de maio
Aquele que encheu de alegres risadas meu quintal
Céu andaluz, de incomparável esplendor
Sob suas luzes são dois bandoleiros
Olhos de um rosto Espanhol
Febre no sangue
A alma nos olhos
No alto a lua
O vinho na cana
Aquele que não viveu
A noite andaluza
Que não diga nunca
Que vive em Espanha
Que não diga nunca
Que ouviu algum dístico
Nem diga
Que sabe querer
Se não se embebedou
Noite andaluza
Olhando nos olhos
De uma mulher
Refrão