Manolo Escobar — Antonio Vargas Heredia letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Antonio Vargas Heredia" de Manolo Escobar.

Letra

Con un clavel granate temblando en la boca
Con una varita de mimbre en la mano
Por una verea que llega hasta el rio
Iba Antonio Vargas Heredia el Gitano
Entre los naranjos, la luna lunera
Ponía en su frente la luz de azahar
Y cuando apuntaban las claras del día
Llevaba reflejos del verde olivar
Antonio Vargas Heredia
Flor de la raza calé
Calló el mimbre de tus manos
Y de la boca el clavel
De Puentegenil a Lucena
De Loja a Benamejí
Las mocitas de Sierra Morena
Se mueren de pena
Llorando por ti
Antonio Vargas Heredia
Se mueren de pena
Llorando por ti
Era Antonio Vargas Heredia el Gitano
El mas arrogante y el mejor plantao
Y por los contornos de Sierra Morena
No lo hubo mas bueno, mas guapo y honrao
Pero por culpita de una hembra gitana
Su faca en el pecho de un hombre se hundió
Los celos malditos nublaron sus ojos
Y preso en la trena de rabia lloró
Antonio Vargas Heredia
Flor de la raza cale
Calló el mimbre de tu mano
Y de la boca el clavel
De Puentegenil a Lucena
De Loja a Benamejí
Las mocitas de Sierra Morena
Se mueren de pena llorando de ti
Antonio Vargas Heredia
Se mueren de pena llorando por ti

Tradução da letra

Com um cravo granada tremendo na boca
Com uma varinha de vime na mão
Por uma verea que chega ao rio
Ia Antonio Vargas Heredia o Cigano
Entre as laranjeiras, a lua-de-lua
Punha na testa a luz de flor de laranjeira
E quando apontavam as claras do dia
Tinha reflexos do verde-oliva
Antonio Vargas Heredia
Flor da raça calé
Calou o vime das tuas mãos
E da boca o cravo
De Puentegenil a Lucena
De Loja para Benamejí
As moitas de Serra Morena
Estão a morrer de pena
A chorar por ti
Antonio Vargas Heredia
Estão a morrer de pena
A chorar por ti
Era Antonio Vargas Heredia o Cigano
O mais arrogante e o melhor plantao
E pelos contornos da Serra Morena
Não houve mais bom, mais bonito e honrado
Mas por culpa de uma fêmea cigana
Sua faca no peito de um homem afundou
O ciúme amaldiçoou seus olhos
E preso na trena de raiva chorou
Antonio Vargas Heredia
Flor da raça cale
Calou o vime da tua mão
E da boca o cravo
De Puentegenil a Lucena
De Loja para Benamejí
As moitas de Serra Morena
Eles morrem de pena chorando de você
Antonio Vargas Heredia
Eles morrem de pena chorando por você