Mano Solo — Soif De La Vie letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Soif De La Vie" de Mano Solo.
Letra
A Ménilmontant derrière un comptoir,
y’avait une petite rouquine aux sourcils noirs.
Ses cheveux bouclés racontaient des histoires
que tous restaient figés à écouter jusqu’au soir.
Oh mais, elle, elle ne disait rien.
Pas même merci ou à demain.
De sa bouche grande comme un ravin
on s’y jetterais pour y mourir
une bouche, ou prétendaient certains on avait même vu un sourire.
Mais de cet homme poussant la porte
et qui commandait d’une voix forte
«j'ai soif de la vie, qu’on m’en apporte».
Et il partait dans de grands éclats de rires
qui pour la serveuse étaient comme des navires
transportant les rêves qu’elle n’avait jamais eu vers un soleil qu’elle n’aurait jamais cru.
Et il est resté là jusqu’au soir
à raconter de drôles d’histoires.
Des pays inconnus et nouveaux
juste à trois stations d’métro
d’un grand boulevard, bazar de l’espoir
où les amours se trament et se désirent
sans qu’il n’ait même plus rien à dire.
Et pour sûr qu’un jour, on y défilera
hurlait-il en s’aidant des bras.
Et il recommandait d’une voix forte
«j'ai soif de la vie, qu’on m’en apporte
que dans son goulot, elle me transporte».
Elle aurait pu l'écouter des nuits entières
en oublier de laver ses verres.
Abandonner le bar à ses clients
et avec lui s’enfuir éperdument
mais quand c’est à elle qu’il à parlé
c'était pour dire «ma p’tite dame combien qu'ça fait ?»
Alors elle a dit «c'est pour la maison»
et dans l’bistrot ça a fait sensation.
Alors il est parti comme il était venu
arraché par la rue.
Et depuis elle ne pense qu'à lui
sous le regard des autres.
Et depuis elle ne pense qu'à lui
et dans son c ur le manque se vautre.
Et chaque jour elle entend tout bas
ce petit refrain qui cogne à sa porte:
«j'ai soif de la vie, qu’on m’en apporte
que dans un grand tourbillon, elle me transporte») x 5
(Merci à Mirza pour cettes paroles)
Tradução da letra
Um Menilmontante atrás de um contador,
havia uma ruiva com sobrancelhas pretas.
O cabelo encaracolado dela contava histórias.
que toda a gente ainda estava a ouvir até à noite.
Mas ela não disse nada.
Nem mesmo obrigado ou até amanhã.
Da sua boca tão grande como uma ravina
saltávamos para ali e morríamos.
uma boca, ou alguns disseram que tínhamos visto um sorriso.
Mas este homem a empurrar a porta
e que ordenou, em voz alta,
"Tenho sede de vida, que seja trazida até mim."
E ele estava saindo em grande riso
que para a empregada eram como navios.
Carregando sonhos que ela nunca teve a um sol que ela nunca teria acreditado.
E ele ficou lá até a noite
a contar histórias engraçadas.
Países desconhecidos e novos
a apenas três estações de metro de distância
de um grande boulevard, Bazar de esperança
onde os amores são tratados e desejados
sem sequer ter nada a dizer.
E com certeza um dia, vamos a pé até lá
ele gritava com os braços.
E ele recomendou em voz alta
"Tenho sede de vida, que seja trazida até mim
que ela me carrega no pescoço."
Ela podia tê-lo ouvido a noite toda.
esquece a lavagem dos óculos.
Abandonar o bar para seus clientes
e fugir com ele
mas quando ele falou com ela
era para dizer: "minha menina, quanto custa ?»
Então ela disse: "é para a casa»
e no bistro foi uma sensação.
Depois foi-se embora quando tinha chegado.
arrancado da rua.
E como ela só pensa nele
sob os olhos dos outros.
E como ela só pensa nele
e no seu coração a falta é vacilante.
E todos os dias ela ouve tudo baixo
aquele pequeno coro que bate à sua porta:
"Tenho sede de vida, que seja trazida até mim
que num grande turbilhão, ela me transporta") x 5
(Obrigado a Mirza por estas palavras)