Mano Solo — Les hommes seuls letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Les hommes seuls" de Mano Solo.

Letra

Devant le resto, des hommes qui mangent seuls
Y a deux trottoirs, l’un l’ombre et l’autre au soleil
Y a le choix ou y a pas
J’habite sur la frontire comme le fil d’un rasoir
J’y aiguise mon envie de changer de ct Mais j’ai pas encore choisi lequel tait bon pour moi
Peut-tre ni l’un ni l’autre, je suis les pointills
A un moment c’est sr que je vais basculer
J’ai peur de choisir, peur de pas en revenir
Je vois de chaque ct des processions, des enterrements,
Trois trompettes derrire et personne pour pleurer
Faut garder ses larmes pour soi en cas de besoin
Quand la vie rclamera son tribut
Pour une vieille histoire de pomme et de serpent
Sur le fil j’carte les bras, je ne bouge pas
Je reste l, je suis pas prt de m’envoler
Il n’y a ni bien ni mal
Je me suis jamais senti si bien
Je me suis jamais senti si mal
J’en sais rien
Je m’en fous
Je gote ma soupe la grimace
Au resto des hommes qui mangent seuls
Qui n’a jamais connu le rire des femmes
Le rouge au bord d’un verre ou la delicate musique
D’un cristal qui s’entrechoque
Et je regarde mon assiette et le serveur enlve l’autre
Pour qu’on soit sr que je n’attends personne
Dans la rue les gens vont par deux
Et moi je valse et tangue avec ma gueule dans la vitrine
Dans le resto des hommes qui mangent seuls.

Tradução da letra

Em frente ao restaurante, homens que comem sozinhos
Há dois passeios, um à sombra e o outro ao sol.
Há uma escolha ou não há escolha.
Vivo na fronteira como o fio de uma navalha
Afio o meu desejo de mudar a ct, mas ainda não escolhi qual era bom para mim.
Talvez nenhum dos dois, Eu sou o ponteiro.
Em algum momento é sr que eu vou virar
Tenho medo de escolher, medo de não voltar
Vejo de cada procissão ct, enterros,
Três trombetas para trás e ninguém para chorar
Tens de guardar as tuas lágrimas para ti Em caso de necessidade.
Quando a vida chorar o seu tributo
Para uma velha história da maçã e da cobra
No fio eu mapeio os braços, Eu não me mexo
Vou ficar lá, não vou voar para longe.
Não há bem nem mal
Nunca me senti tão bem.
Nunca me senti tão mal.
Não sei.
Não quero saber.
Eu provo a minha sopa o caroço
No restaurante de homens que comem sozinhos
Que nunca conheceu o riso das mulheres
O vermelho na borda de um copo ou a música delicada
De um cristal que colide
Olho para o meu prato e o empregado tira o outro.
Não estou à espera de ninguém.
Na rua as pessoas passam por dois
And I waltz and tangle with my mouth in the window
No restaurante de homens que comem sozinhos.