Mano Solo — La suie letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La suie" de Mano Solo.

Letra

La pluie coule dans mes veines
Le silence d’automne me surveille
Le monde entier ne parle plus de toi
Et puis, as tu vu? C’est peut-tre mieux comme a,
Ne parle plus de moi non plus.
Le monde parle de ce qu’il veut
Un jour ici, une nuit l-bas
Infidle, il se coupe en deux
C’est une le que l’on dit de France
Loin des Paradis o l’on entre en transe
Le vent n’est que fume de poumons d’usines
D’espoirs consums, bombards de puces et de moineaux
Sous les oiseaux de suie se presse le badaud
C’est un fleuve qui nous unit
C’est une effluve pleine de vie
Qui traverse nos tats d’me.
Bateaux-mouche sans foi ni drame
Aujourd’hui nous serons tous l Tous en costume pour l’opra
Chacun son rayon, chacun sa merveille
Nous illuminerons la citadelle
D’un doux rve de bonheur
La grande peinture pleine de couleurs
Se rveillera dans la rose
Alors s’entonne la grande musique du coeur
Qui emporte l’humanit
Et le monde s’ouvre chaque matin
D’un frais pav de ruelles
Il abandonne avec entrain
Les chappes, fussent-elles si belles
La pluie coule dans mes veines
Un silence d’automne me surveille
Le monde entier ne parle plus de toi.

Tradução da letra

A chuva corre nas minhas veias
O silêncio do outono olha por mim
O mundo inteiro já não fala de TI.
E depois, viste? Pode ser melhor como um,
Também não fales mais de mim.
O mundo fala sobre o que quer
Um dia aqui, uma noite lá em baixo
Infiel, corta-se ao meio.
É o que dizem da França
Longe do Paraíso onde se entra em transe
O vento é apenas fumaça de pulmão de fábrica
De esperanças consumadas, bombas de pulgas e pardais
Sob as aves de fuligem corre o badaud
É um rio que nos une
É um perfume cheio de vida
Que cruza as nossas tatuagens comigo.
Voar barcos sem fé ou drama
Hoje vamos todos mascarados para a opra.
Cada seu raio, cada sua maravilha
Vamos iluminar a Cidadela.
Um doce rve de felicidade
A grande pintura cheia de cores
Vai acordar na rosa
Então a grande música do coração é cantada
Que tira a humanidade
E o mundo abre todas as manhãs
De um pav de becos frescos
Ele desiste com entusiasmo.
Os chappes, eram tão bonitos
A chuva corre nas minhas veias
Um silêncio de outono olha por mim
O mundo inteiro já não fala de ti.