Maná — Penélope letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Penélope" de Maná.

Letra

Me despierto en el alba soñando no sé qué Desayuno con lluvia y te recuerdo en el café Soñé tu figura lejos esperando en los suburbios del olvido
(PenÃ(c)lope)
Y me vi solo, zarpando en barcos de oro que llené con regalos para tí
Y luego vi que por celos el mar de mis tormentos
Se tragaba el barco el tesoro y aquel loco que era yo y todo naufragó
Que lejos tú, que lejos yo Los escombros de mi vida se deslizan con la lluvia
Recordando a PenÃ(c)lope
Me abandono a las olas, me escupen del mar
Han pasado los años, nadie sabe en dónde estas
Las calles desiertas por las noches
Y tu cara se dibuja en mi memoria
Los árboles, se abrazan, como bosques de esqueletos
En la lluvia, y mi sueño naufragó
Que lejos tú, que lejos yo Llueven lágrimas de menta
Y me emborracho de amargura
Olvidando a PenÃ(c)lope
Que lejos tú, que lejos yo Los escombros de mi vida se deslizan con la lluvia
Olvidando a PenÃ(c)lope
Me refujio en las tavernas y me vuelvo taciturno
Olvidando a PenÃ(c)lope
Que lejos tú que lejos yo Lo que queda de mi vida lo malgasto en los lujurios
Recordando a PenÃ(c)lope
Lo que queda de mi vida lo malgasto en los lujurios
Recordando a PenÃ(c)lope
Recordando a PenÃ(c)lope

Tradução da letra

Eu acordo no alvorecer sozinho não sei que Café da manhã com chuva e lembro de você no café soñé sua figura longe esperando nos subúrbios do esquecimento
(Penà (c)lope)
E eu me vi sozinho, navegando em barcos de ouro que encheu com presentes para você
E então vi que por ciúmes o mar dos meus tormentos
Engolia o barco o tesouro e aquele louco que era eu e todo naufragado
Que longe tú, que longe eu os escombros da minha vida deslizam com a chuva
Lembrando PenÃ(C)lope
Abandono-me às ondas, cuspem-me do mar
Já passaram os anos, ninguém sabe em dia destas
Ruas desertas à noite
E a tua cara é desenhada na minha memória
As árvores, abraçam-se, como florestas de esqueletos
Na chuva, e meu sonho naufragou
Que longe tu, que longe Eu chovem os Grimes de hortelã
E embebedo me de amargura
Esquecendo a PenÃ(C)lope
Que longe tú, que longe eu os escombros da minha vida deslizam com a chuva
Esquecendo a PenÃ(C)lope
Refujio me nas tavernas e me torno taciturno
Esquecendo a PenÃ(C)lope
Que longe tú que longe eu o que resta da minha vida o desperdicei nos luxúrios
Lembrando PenÃ(C)lope
O que resta da minha vida desperdicei o em luxúrias
Lembrando PenÃ(C)lope
Lembrando PenÃ(C)lope