Malsujeto — Vuelta A Las Calles letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Vuelta A Las Calles" de Malsujeto.

Letra

Ya no queda un alma en esas calles
Que pintaban nuestra vida de color
Nos seguian tan de cerca los maderos
Sirenas que teñian la noche de azul
Visitas al barrio de los sicarios
Y esque decian que aquello eran tierras sin patria y sin dueño
Yo me encuentro en esas calles donde acariciaba el cielo y cierro los ojos y
vuelvo
Voy a caer en pie
No morirá la noche al amanecer
No puedo comprender
Perdido en la realidad me encontrare en un sueño
Voy a caer en pie
No morirá la noche al amanecer
Perdido en mi interior me persigue el recuerdo de un tiempo olvidado
Ya no queda fuego en las miradas
Tormentas que arrastraron su calor
Deseos que viajaban por el viento
Amores de verano en las tardes al sol.
Visitas al barrio de los sicarios
Y esque decian que aqeullo eran tierras sin patria y sin dueño
Yo me encuentro en esas calles donde acariciaba el cielo y cierro los ojos y
vuelvo
Voy a caer en pie, no morira la noche al amanecer
No puedo comprender
Perdido en la realidad
Me encontrare en un sueño
Voy a caer en pie
No morira la noche al amanecer
Perdido en mi interior me persigue el recuerdo de un tiempo olvidado

Tradução da letra

Já não há alma nessas ruas
Que pintavam a nossa vida de cor
Os Madeiros seguiam nos tão de perto
Sereias que tingiam a noite de azul
Visitas ao Bairro dos assassinos
E dizem que aquilo eram terras sem pátria e sem dono
Eu me encontro naquelas ruas onde acariciava o céu e fecho os olhos e
eu volto
Vou cair de pé
Não morrerá de madrugada
Não consigo entender
Perdido na realidade eu me encontrarei em um sonho
Vou cair de pé
Não morrerá de madrugada
Perdido dentro de mim a memória de um tempo esquecido me persegue
Já não há fogo nos olhos
Tempestades que arrastaram seu calor
Desejos que viajavam pelo vento
Amores de verão nas tardes ao sol.
Visitas ao Bairro dos assassinos
E eles dizem que aqeullo eram terras sem pátria e sem dono
Eu me encontro naquelas ruas onde acariciava o céu e fecho os olhos e
eu volto
Vou cair de pé, não morrerá a noite ao amanhecer
Não consigo entender
Perdido na realidade
Vou encontrar me num sonho
Vou cair de pé
Não morrerá a noite ao amanhecer
Perdido dentro de mim a memória de um tempo esquecido me persegue