Malpaís — Presagio (Vivo) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Presagio (Vivo)" de Malpaís.

Letra

Huele a agua
Monte adentro
Y en el cielo braman
Tambores de trueno
Huele a agua
Decía mi abuelo
Garrotes de agua
Golpean los cerros
Y el viento se ha puesto negro
Y sabe a miedo
Y allá vuelan zopilotes
En torbellino sobre los techos
Y se enredan las arañas en mi pelo
Huele a agua…
Y el tiempo es un agujero
Y sabe a pólvora
Se retuerce en el pellejo
De la desgracia la mala hora
Huele a agua en el desierto
Y a lo lejos…
Están los grandes animales
Rompiendo la selva
Tragándose los árboles
Son los «garrobos llamarada»
Mariposas negras
En el aire
Cuidao mama, que allá vienen las bestias
Se acercan levantando polvo en el llano
Cuidao mama, que vienen en manada
Las fieras terribles y hambrientas están aquí
Cuidao mama, que allá vienen las bestias
Se acercan levantando polvo en el llano
Cuidao mama, que vienen en manada
Y a pesar de todo las ranas siguen cantando…
Huele a agua…
Y en la calle rondan máscaras
De carcajada
Me persiguen cinco muecas
Y soy preso de una fábula
Ha llovido, pero siempre en la distancia
Huele a agua…

Tradução da letra

Cheira a água
Monte dentro
E no céu braman
Tambores de trovão
Cheira a água
Dizia o meu avô
Garrotes de água
Batem nas colinas
E o vento ficou preto
E sabe a medo
E lá voam zopilotes
Em turbilhão sobre os telhados
E as aranhas estão emaranhadas no meu cabelo
Cheira a água…
E o tempo é um buraco
E sabe a pólvora
Ele torce na pele
Da desgraça a má hora
Cheira a água no deserto
E ao longe…
Há os grandes animais
Quebrando a selva
Engolindo as árvores
São os " garrobos flare»
Borboletas pretas
No ar
Cuidao mama, que aí vêm as bestas
Eles se aproximam levantando poeira na planície
Cuidao mama, que vêm em manada
As feras terríveis e famintas estão aqui
Cuidao mama, que aí vêm as bestas
Eles se aproximam levantando poeira na planície
Cuidao mama, que vêm em manada
E apesar de tudo os sapos continuam cantando…
Cheira a água…
E na rua rondam máscaras
Gargalhada
Estou a ser perseguido por cinco caretas
E sou preso de uma fábula
Choveu, mas sempre à distância
Cheira a água…