Malevaje — Arroz Blanco letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Arroz Blanco" de Malevaje.

Letra

Que desolación me da
Ver la nevera vacía
Con lo bien que yo comía
En casa de mi mama
A la vuelta de una farra
Bien mamao como es debido
Que bien sienta una cenita
Pa luego dormir tranquilo
No se sueña nada ilustre
Cuando el buche esta vació
Me cruzo con el vecino
Al volver de madrugada
Él marcha pa su trabajo
Y yo me voy pa la cama
Con sonrisa desdichada
Me planta los buenos días
Luego con paso cansino
Y la cabeza agachada
Se va pensando: Que vida!
Yo a currar y este de farra
Recorro todos los bares
Como paradas de Pascua
En cuanto llega la noche
Ya estoy otra vez en danza
Las mujeres me sonríen
Y me miran de reojo
Vaya usted a saber que piensan
Al mirarme de este modo;
No hay nada que mas me atonte
Que un bonito par de ojos
Así transcurre mi vida
De Garufa consumado
Aunque a veces la despensa
Solo contenga arroz blanco
No escribirán mis hazañas
Tal vez no soy muy decente
No es vida muy trascendente
Pero es la que me ha tocao
Y me rió cuando pienso
Que me quiten lo bailao

Tradução da letra

Que desolação me dá
Ver o frigorífico vazio
Com o quão bem eu comia
Na casa da minha mãe
À volta de uma farra
Bem mamao como deve ser
Que bom sentir uma cenita
Pa então dormir em paz
Não se sonha nada ilustre
Quando o buche está vazio
Eu cruzei com o vizinho
Ao voltar de madrugada
Ele marcha pa seu trabalho
E eu vou para a cama
Com sorriso infeliz
Planta me os bons dias
Então com passo cansativo
E a cabeça abaixada
Ele vai pensar: que vida!
Eu a currar e este de farra
Ando por todos os bares
Como paradas de Páscoa
Assim que a noite chegar
Já estou outra vez em dança
As mulheres sorriem para mim
E olham para mim de lado
Vá você saber o que eles pensam
Olhando assim para mim;
Não há mais nada para me atolar
Que belo par de olhos
É assim que a minha vida passa
De Garufa consumado
Embora às vezes a despensa
Contém apenas arroz branco
Não vão escrever as minhas façanhas
Talvez eu não seja muito decente
Não é vida muito transcendente
Mas foi ela que me tocou
E riu me quando penso
Tira me a dança