Maler — Le fonti letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Le fonti" de Maler.

Letra

Vieni stasera alle fonti e non ti scordare
Tutto il teatro del cuore, non dimenticare
Che passa solo una volta la luna dal grido grande
La madreperla che ride, l' argento che piange
Tu che credevi silenzio il segreto d’amore
Ascolta adesso la voglia di dire il suo nome
Scaldati al senso del fuoco che benedice il tuo vuoto
E non domandare.
In queste fonti pulite specchio la tenebra mia
Arrivo in fondo alla sete e lascio che sia
Vieni stasera alle fonti e porta il tuo mare
La trasparenza che accoglie il mio bene e il mio male
Se passa solo una volta la luna dal grido grande
Voglio assaggiarne il sorriso nel miele che splende
Io che credevo ammaestrato il mistero d’amore
Ora nel buio già cedo alla febbre che invade
Come una Sfinge il mio sangue e nell' abisso lo tinge
Lo fa tremare.
In queste fonti pulite specchio la tenebra mia
Arrivo in fondo alla sete e lascio che sia
Se passa solo una volta la luna sull’orizzonte
Le ruberemo il vestito nell’oro che accende
In queste fonti pulite specchio la tenebra mia
Arrivo in fondo alla sete e lascio che sia.
(Grazie a Samanta per questo testo)

Tradução da letra

Vem esta noite às fontes e não te esqueças
Todo o teatro do coração, não se esqueça
Que só uma vez passa a lua do grande grito
A mãe de pérola que ri, a prata que chora
Tu que acreditaste no silêncio o segredo do amor
Ouve agora a vontade de dizer o nome dele.
Aquece-te ao sentimento de fogo que abençoa o teu vazio
E não perguntes.
Nestas fontes limpas espelham a minha escuridão
Chego ao fundo da minha sede e deixo estar
Vem esta noite às nascentes e traz o teu mar
A transparência que acolhe o meu bem e o meu mal
Se só uma vez passasse a lua do grande grito
Quero saborear o sorriso no mel que brilha
Pensei que tinha ensinado o mistério do amor
Agora no escuro já dou à febre que invade
O meu sangue é como uma esfinge, e mancha-o no abismo.
Fá-lo tremer.
Nestas fontes limpas espelham a minha escuridão
Chego ao fundo da minha sede e deixo estar
Se só uma vez a lua passar no horizonte
Vamos roubar o vestido dela no ouro que ilumina
Nestas fontes limpas espelham a minha escuridão
Chego ao fundo da minha sede e deixo estar.
(Agradecimentos a Samanta para este texto)