Mala Rodriguez — No Van letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "No Van" de Mala Rodriguez.
Letra
Lo mismo, mañana, no me sabe igual.
¿Te vas a quejar? Si hay que ir, se va…
Cronométrame, ¿Cuanto puedo tardar?
Me he tomado dos fuertes, se quiere levantar y mirar.
Lo dejo hecho, tú pica.
Nació el susto cuando nació la dinamita
tú sabes lo que te queda que vomitar
Me llamas la atención? Anda, ponte tiritas.
y pa salpicar moja en salsita
no te quedes con las ganas, grita, duele
como una herida chica,
No van, no van, no van
no van a dejar de caer miguitas
Son las mismas cosas chiquititas
Hoy me gusta mucho, mañana me irrita
El afán, te hace un puntillitas.
Yo no me arrepiento de na, tú critica.
Yo ya sé que mucho no me tengo que mojar,
el amar aprisiona, aprisiónala.
Como tú y yo, de lo bueno siempre uno quiere más,
y así va tú con mucho hambre y yo con mucho pan, o al revés
La de vueltas que nos quedan que pegar
No van, no van, no van,
no van, no van, no van a dejar de caer miguitas.
Sólo toco lo que me toca.
Loba, loba, chúpame la boca
Aprende de la loca, brinda por tu copa!
Voy sobre la raya, la trompa con la tropa.
No seas así, hoy a lo mejor choca
Pide más potaje, menos sopa.
Mi ruina está rota, mi nombre en tu boca,
tu número ha pasado
Las cosas aceptalas como vienen, el talón lo tienes.
Hazte otra, y otra, y otra, y otra, y que me llene
y aprenden a palos, ay sha, sha, de que vas?
sha, sha, mira que hay ahí,
sha, sha, coge lo que quieras pa ti.
No van, no van, no van
Tradução da letra
O mesmo, amanhã, não me sabe igual.
Vais queixar-te? Se for preciso, vai-se embora…
Cronometrai-me, Quanto tempo demoro?
Eu tomei dois fortes, você quer levantar e olhar.
Deixo-o feito, tu pica.
O susto nasceu quando a dinamite nasceu
sabes o que te resta vomitar
Estás a chamar-me a atenção? Anda, veste pensos.
e pa espirrar molha em salsita
não fique com vontade, grite, dói
como uma ferida rapariga,
Não vão, não vão, não vão
não vão deixar de cair miguitas
São as mesmas coisas pequeninas
Hoje eu gosto muito, amanhã isso me irrita
A ânsia, faz-te um pontinho.
Eu não me arrependo de na, você critica.
Eu já sei que muito Não tenho que me molhar,
o amar aprisiona, aprisiona-A.
Como tu e eu, do bem sempre se quer mais,
e assim vai tu, com muita fome e eu com muito pão, ou o contrário
A de voltas que nos restam para bater
Não vão, não vão, não vão,
não vão, não vão, não vão deixar de cair miguitas.
Só toco o que me toca.
Loba, loba, chupa-me a boca
Aprenda com o louco, brinda para sua bebida!
Vou sobre a linha, a tromba com a tropa.
Não sejas assim, hoje talvez choca
Pede mais potagem, menos sopa.
A minha ruína está partida, o meu nome na tua boca,
o teu número passou
As coisas aceitam como elas vêm, o calcanhar você tem.
Faz-te outra, e outra, e outra, e outra, e que me encha
e eles aprendem a Varas, ai sha, sha, o que você está indo?
Sha, Sha, olha o que está aí,
Sha, Sha, leva o que quiseres para ti.
Não vão, não vão, não vão