Mala Rodriguez — Esclavos letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Esclavos" de Mala Rodriguez.
Letra
A qué rendir pleitesía?
…sólo los esclavos saben
lo que vale un día de su vida,
un día de su vida…
Siempre habrá una persona mas grande
y mas pequeña que tú, eh tú! camina!
no permitas que esta mierda
se convierta en rutina,
llegue hasta la cocina
estamos hasta arriba vamos hasta abajo
corre! vamos salta! busca!
ese es tu trabajo y luego muérete…
deja que otros calmen la sed y sal si puedes,
del circulo ese circulo lleno de círculos
de vínculos vacíos,
gama de grises y tonos pastel.
Quien va a querer que ponga a sonar la alarma?
la vida no me cita,
la vida no me calma,
la vida no propone,
la vida se parte
hijo mío yo cojo lo mío tu coge tu parte
Se pasan el sobre parece que hay falta y gol!
por qué no creer?
dos litros salen mas baratos
aunque se eche a perder
no queda mucho pa verlo caer
árboles y estrellas al mismo nivel
se van a quedar.
A qué rendir pleitesía?
…sólo los esclavos saben
lo que vale un día de su vida,
un día de su vida…
La hambre del lobo tú o yo,
la piel del cordero tú o yo,
la voz que se ahoga
sin decir te quiero no hay mas ná,
tú o yo, sin ovación, la puerta trasera,
un enorme cualquiera
en tu cabeza un nube pasajera,
una F grande, el mundo, tú o yo fenómenos circunstanciales sin explicación
qué me quiten los premios!
qué me quiten la ropa!
qué me quiten los sueños!
qué me quiten las botas!
qué me quiten el genio!
que me quiten la ilusión…
tú o yo, todo lo conseguío,
aun así ahí sigo yo latiendo como un monstruo
sin padre lleno de convicción
arañazo desnudo…
el mundo es mi habitación!
altos ideales en la sombra,
hombres con radiales, listos, ya!
los pasos siempre llevan a un sitio mejor,
eh tú! camina…
A qué rendir pleitesía?
…sólo los esclavos saben
lo que vale un día de su vida,
un día de su vida…
Tradução da letra
A que render pleitesia?
esclavos só os escravos sabem
o que vale um dia da sua vida,
um dia da sua vida…
Haverá sempre uma pessoa maior
e mais pequena que tu, eh tu! anda!
não deixes esta merda
torne-se rotina,
chegue até a cozinha
estamos em cima vamos em baixo
corre! vamos salta! procura!
esse é o teu trabalho e depois morre…
deixe os outros acalmarem a sede e sal se você puder,
do círculo esse círculo cheio de círculos
de ligações vazias,
gama de tons de cinza e pastel.
Quem quer que eu ponha o alarme a tocar?
a vida não me cita,
a vida não me acalma,
a vida não propõe,
a vida parte se
meu filho eu fico com o meu tu ficas com a tua parte
Eles passam o envelope parece que há falta e gol!
por que não acreditar?
dois litros saem mais baratos
mesmo que estrague tudo
não resta muito pa vê-lo cair
árvores e estrelas ao mesmo nível
eles vão ficar.
A que render pleitesia?
esclavos só os escravos sabem
o que vale um dia da sua vida,
um dia da sua vida…
A fome do lobo tu ou eu,
a pele do Cordeiro você ou eu,
a voz que se afoga
sem dizer te amo não há mais nenhuma,
tu ou eu, sem ovação, a porta das Traseiras,
um enorme qualquer
na tua cabeça uma nuvem passageira,
um F grande, o mundo, você ou eu fenômenos circunstanciais sem explicação
Tirem-me os prémios!
Tirem-me a roupa!
Tirem-me os sonhos!
Tirem-me as botas!
Tirem-me o génio!
Tirem me a ilusão…
tu ou eu, tudo o que consegui,
mesmo assim continuo a bater como um monstro
sem pai, cheio de convicção
arranhão nu…
o mundo é o meu quarto!
altos ideais na sombra,
homens com radiais, prontos, já!
os passos sempre levam a um lugar melhor,
Ei você! anda…
A que render pleitesia?
esclavos só os escravos sabem
o que vale um dia da sua vida,
um dia da sua vida…