Maki — Esa carita (con Demarco) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Esa carita (con Demarco)" de Maki.

Letra

Tiene la carita que yo quiero
Unos ojos tan azules como el mar
Y me mira para decirme sin palabras
Que su alma no es tan fácil de ganar
Tiene la piel como el terciopelo
Y unos labios que me muero por besar
Me enamoran sus continuos sobrevuelos
En mi vida nunca he visto nada igual
Y en el silencio de mis noches en vela
Tu piel refleja cada luna llena
Y en lo bohemio de la madrugada
Letras malditas que no dicen nada
Y esa carita va robando corazones
Y se pasea por mi calle todos los días
Le silban desde todos los balcones
Pero ella sabe que es solo mía
Y esa carita va quitando los sentidos
Cuando se acerca a la verita de mi ventana
Mis ojos son de triste regadío
Si no te miro cada mañana
Yo se que sabe que yo sé que me enamora
Y que sueña con vivir en libertad
Pero voy a convencerla con mis ojos
Que lo mío es amor sincero de verdad
Pero de repente se desmonta mi teorema
Y la incógnita no puedo desvelar
Ecuaciones de tu cuerpo que envenena
El amor no es matemáticas, ojalá
Y en el silencio de mis noche en vela
Tu piel refleja cada luna llena
Y en lo bohemio de la madrugada
Letras malditas que no dicen nada
Y esa carita va robando corazones
Y se pasea por mi calle todos los días
Le silban desde todos los balcones
Pero ella sabe que es solo mía
Y esa carita va quitando los sentidos
Cuando se acerca a la verita de mi ventana
Mis ojos son de triste regadío
Si no te miro cada mañana
Me sumerjo en un mar de dudas
Y aprendo a bucear en tu recuerdo
El alma sin tu cuerpo se desnuda
Y sigo peregrino de tus besos
¡Me marcho con más pena que gloria!
Embriagado de nostalgia y vino dulce
Y borra mis penitas en tu memoria
Me voy por donde vine… ¡No me busques!

Tradução da letra

Tem a carinha que eu quero
Olhos azuis como o mar
E ele olha para mim para me dizer sem palavras
Que sua alma não é tão fácil de ganhar
Tem a pele como veludo
E uns lábios que mal posso esperar para beijar
Eu me apaixono por seus contínuos sobrevôos
Nunca vi nada igual na minha vida
E no silêncio das minhas noites de vela
Sua pele reflete cada lua cheia
E no boémio da madrugada
Letras malditas que não dizem nada
E essa carinha vai roubando corações
E anda pela minha rua todos os dias
Ele é assobiado de todas as varandas
Mas ela sabe que é só minha
E essa carinha vai tirando os sentidos
Quando se aproxima da janela
Meus olhos são de triste regadio
Se não olhar para ti todas as manhãs
Eu sei que sabe que eu sei que me apaixona
E que sonha em viver em liberdade
Mas vou convencê la com os meus olhos
Que o meu é amor sincero de verdade
Mas de repente o meu teorema é desmontado
E a incógnita não posso revelar
Equações do seu corpo envenenando
O amor não é matemática, espero
E no silêncio da minha noite de vela
Sua pele reflete cada lua cheia
E no boémio da madrugada
Letras malditas que não dizem nada
E essa carinha vai roubando corações
E anda pela minha rua todos os dias
Ele é assobiado de todas as varandas
Mas ela sabe que é só minha
E essa carinha vai tirando os sentidos
Quando se aproxima da janela
Meus olhos são de triste regadio
Se não olhar para ti todas as manhãs
Eu mergulho em um mar de dúvidas
E aprendo a mergulhar na tua memória
A alma sem o teu corpo fica nua
E continuo peregrino dos teus beijos
Vou-me embora com mais pena do que a glória!
Embriagado de nostalgia e vinho doce
E apaga as minhas peninhas na tua memória
Vou por onde vim No não me procures!