Make Them Suffer — The Eternal Cold letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Eternal Cold" de Make Them Suffer.
Letra
I begin to gnaw, chewing away and spitting up the very fabrication of myself.
The Eternal Cold. Dark shall prosper as I plunge; descending deeper toward the
shadows.
Let me sleep, this endless drone must end.
I pray for emptiness and plague upon yourself.
for I am but a nothingness drifting,
seeking dead ends and false hope.
There is only death, I do not even exist.
A shadow, a memory.
Cast away all binds to self.
I ll never know why all things beautiful must reach an end.
The appetite grows for a greater knowing, the more I find the more I die
inside.
I shed a tear, I weep. All things beautiful must reach an end.
Myself containing a dormant implosion of infinite decimals,
spiralling out of control. The ostracization begins.
Within myself self-loathing,
and I ve tried to hold passion inside the palm of my hand and tackle the world
head on.
A knife held to my throat, a nice dose of discretion.
The world will feel my pain as I gnaw away at my boiled flesh
Detach myself from reality.
My misanthropic ways fall to waste.
My enigmatic veil begins to subdue. I cannot continue.
Let me sleep, this endless drone must end.
I pray for emptiness and plague upon yourself.
for I am but a nothingness drifting,
seeking dead ends and false hope.
This is my somber send off. I am done.
The world will end. I ve turned my back.
Tradução da letra
Começo a roer, mastigar e cuspir a minha própria invenção.
O Frio Eterno. A escuridão prosperará enquanto eu mergulhar.
sombra.
Deixa-me dormir, este zangão interminável tem de acabar.
Rezo pelo vazio e afligi-te.
pois eu sou apenas um nada à deriva,
à procura de becos sem saída e falsas esperanças.
Só há morte, eu nem sequer existo.
Uma sombra, uma memória.
Livra-te de todos os laços que te unem a ti mesmo.
Nunca saberei porque todas as coisas bonitas têm de chegar ao fim.
O apetite cresce para um conhecimento maior, quanto mais encontro, mais Morro.
dentro.
Derramei uma lágrima, chorei. Todas as coisas belas devem chegar ao fim.
Eu mesmo contendo uma implosão dormente de casas decimais infinitas,
a descontrolar-se. A ostracização começa.
Dentro de mim, auto-aversão,
e eu tentei segurar a paixão dentro da palma da minha mão e enfrentar o mundo
de frente.
Uma faca encostada à minha garganta, uma boa dose de discrição.
O mundo sentirá a minha dor enquanto Roo a minha carne fervida
Afastar-me da realidade.
Os meus modos misantrópicos são desperdiçados.
O meu enigmático véu começa a ceder. Não posso continuar.
Deixa-me dormir, este zangão interminável tem de acabar.
Rezo pelo vazio e afligi-te.
pois eu sou apenas um nada à deriva,
à procura de becos sem saída e falsas esperanças.
Esta é a minha triste despedida. Estou farto.
O mundo vai acabar. Virei as costas.