Mägo De Oz — Epitafio del Destino letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Epitafio del Destino" de Mägo De Oz.

Letra

SR. VALDEMAR: Cuando la muerte nos enseña las garras
Ese momento en que su mano aguarda
Sientes el frío, su aliento te rodea, quieres huir, mas, se burla de tus tretas
Busqué en la hipnosis el modo de vencerla
Quizás el limbo me diera una respuesta
Mi pulso débil a punto de extinguirse, no queda tiempo, se alza sobre mí
Mi rostro se desfiguró, las sombras entran en mí, palidece mi ser inerte
Un pergamino es mi piel, la cadavérica voz
que me acecha de entre los muertos
TÁNATOS: Y los ángeles de la muerte
van arrastrándote hacia la oscuridad
Acunándote entre su manto azul
MORFEO: Hacia el más allá
TÁNATOS: En las sendas de los sepulcros
hay Necromantes que invocan tu final
El arúspice del dolor
SR.VALDEMAR: La dama de rostro aciago, su gélida voz es llanto
La diosa de los lamentos Serpiente devora almas
CORINTIO: La arrogancia, el delirio
MORFEO: Sólo un necio que jugaba a ser un dios
TÁNATOS: Arrepentíos
CORINTIO: Epitafio del destino
MORFEO: Puedes dejarle dormir, él ha muerto ya SR.VALDEMAR: Te vanaglorias con ese aire burlesco
De haber retado en todos esos cuentos
La dama negra con su llave de plata prendió su lágrima escarlata
TÁNATOS: Nada detiene su poder, magnificencia infernal
somos juguetes a su antojo con su danza el ritual
consumiendo tu ser, su sonrisa es putrefacta
TÁNATOS: Y los ángeles de la muerte
van arrastrándote hacia la oscuridad
Acunándote entre su manto azul
En las sendas de los sepulcros
hay Necromantes que invocan tu final
El arúspice del dolor
SR.VALDEMAR: La dama de rostro aciago
su gélida voz es llanto
La diosa de los lamentos, serpiente devora almas
CORINTIO Y TÁNATOS: La arrogancia, el delirio
CORINTIO: Sólo un necio que jugaba a ser un dios
CORINTIO Y TANATOS: Epitafio del destino
MORFEO: Puedes dejarle dormir, él ha muerto ya
Tú te burlaste de su poder y ahora da la espalda a su lamentación
La muerte no te liberará, tormento eterno has de sufrir
Sólo el amor logra tu perdón, será Virginia y su compasión
TÁNATOS: No hay indulto a tu agonía, muerte mira hacia otro lado
SR.VALDEMAR: La insolencia en tu escritura ha encendido su cólera
TÁNATOS: No esperes misericordia, sus dominios son eternos
SR.VALDEMAR: Jamás dudó, no se apiadó
las almas se hunden en sus fauces
TÁNATOS: Y los ángeles de la muerte
van arrastrándote hacia la oscuridad
Acunándote entre su manto azul hacia el más allá
En las sendas de los sepulcros
hay Necromantes que invocan tu final
El arúspice del dolor
TÁNATOS: La dama de rostro aciago, su gélida voz es llanto
La dios de los lamentos, serpiente devora almas
CORINTIO: La arrogancia, el delirio
SR.VALDEMAR: Sólo un necio que jugaba a ser un dios
TÁNATOS: Arrepentíos
CORINTIO: Epitafio del destino
SR.VALDEMAR: Puedes dejarme dormir, yo he muerto ya MORFEO: Todo aquel amor que tú niegas a tu corazón es tu condena
Sólo en el amor podrás encontrar la paz que no has tenido nunca
AZRAEL: En cada rincón del alma hay grietas rotas por amor
Ni las bestias ni los dioses pueden huir de su dolor
No ha nacido quién no tema amar por no sufrir así
Corazón cobarde que se oculta en vez de vivir
Es el sufrimiento nuestra deuda por no respetar
Lo que los latidos han dictado a todo hombre mortal
El impulso que cabalga raudo opuesto a la razón
Todo aquello que perdura se dibuja en el amor
VIRGINIA: Mi amor sangra traicionado
(Gracias a Lyana por esta letra)

Tradução da letra

Sr. VALDEMAR: quando a morte nos ensina as garras
Aquele momento em que sua mão aguarda
Você sente o frio, sua respiração o rodeia, você quer fugir, mas, ele zomba de seus truques
Procurei na hipnose o modo de vencê la
Talvez o limbo me dê uma resposta
Meu pulso fraco está prestes a se extinguir, não há tempo, ele se ergue em cima de mim
Meu rosto se desfigurou, as sombras entram em mim, empalidece meu ser inerte
Um pergaminho é a minha pele, a cadavérica voz
que me persegue dos mortos
TÂNATOS: e os anjos da morte
estão a arrastar te para a escuridão
Embalando-se entre seu manto azul
Morpheus: para o além
TÁNATOS: nas veredas dos sepulcros
há Necromantes que invocam o teu fim
O arúspice da dor
Sr. VALDEMAR: a senhora de rosto acago, sua gélida voz é choro
A deusa das Lamentações cobra devora almas
Coríntio: arrogância, delírio
Morpheus: apenas um tolo que jogava como um Deus
Tanatos: Arrependei-vos
Coríntio: Epitáfio do destino
Morpheus: você pode deixá-lo dormir, ele já morreu Sr. VALDEMAR: você é vaidoso com esse ar burlesco
De ter desafiado em todas essas histórias
A senhora negra com sua chave de prata pegou sua lágrima escarlate
Tanatos: nada impede seu poder, magnificência infernal
somos brinquedos a seu gosto com sua dança o ritual
consumindo seu ser, seu sorriso é putrefativo
TÂNATOS: e os anjos da morte
estão a arrastar te para a escuridão
Embalando-se entre seu manto azul
Nas veredas dos sepulcros
há Necromantes que invocam o teu fim
O arúspice da dor
Sr. VALDEMAR: a senhora de rosto aciago
sua voz gelada é choro
A deusa das Lamentações, serpente devora almas
Coríntio e TÂNATOS: arrogância, delírio
Coríntio: apenas um tolo que jogava como um Deus
Coríntio e TANATOS: Epitáfio do destino
Morpheus: você pode deixá-lo dormir, ele já morreu
Você zombou de seu poder e agora vira as costas para sua lamentação
A morte não te libertará, tormento eterno hás de sofrer
Somente o amor alcança seu perdão, será Virginia e sua compaixão
TÁNATOS: não há perdão para sua agonia, morte olha para o outro lado
Sr. VALDEMAR: a insolência em sua escritura acendeu sua cólera
TÂNATOS: não esperes misericórdia; os seus domínios são eternos
Sr. VALDEMAR: nunca duvidou, não teve pena
as almas afundam em suas mandíbulas
TÂNATOS: e os anjos da morte
estão a arrastar te para a escuridão
Amontoando-se entre o seu manto azul para o além
Nas veredas dos sepulcros
há Necromantes que invocam o teu fim
O arúspice da dor
TÂNATOS: a senhora de rosto aceso, sua voz gelada é choro
A Deus dos lamentos, serpente devora almas
Coríntio: arrogância, delírio
Sr. VALDEMAR: apenas um tolo que jogava como um Deus
Tanatos: Arrependei-vos
Coríntio: Epitáfio do destino
Senhor VALDEMAR: podes deixar-me dormir, eu já morri Morpheus: todo aquele amor que negas ao teu coração é a tua condenação
Só no amor poderás encontrar a paz que nunca tiveste
AZRAEL: em todos os cantos da alma há rachaduras quebradas por amor
Nem os animais, nem os deuses podem fugir de sua dor
Não nasceu quem não tenha medo de amar por não sofrer assim
Coração covarde, que se esconde em vez de viver
É o sofrimento nossa dívida por não respeitar
O que as batidas ditam a todo homem mortal
O impulso que cavalga raudo oposto à razão
Tudo aquilo que perdura se desenha no amor
VIRGINIA: meu amor sangra traído
(Obrigado a Lyana por esta letra)