Macaco — Ratapampam letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Ratapampam" de Macaco.
Letra
Habla la lengua de su ombligo
Son las bocas de elegidos
Por sus dedos consentidos
Le llaman libertad
Y sus desfiles de reproches
No hay recortes en sus botes
Sus palabras secaron las flores
Marchitaron la libertad
El insulto impera
El palo de ciego golpea
La libertad esta averiada
Suma y sigue su cuenta
De cara tapada, de cara tapada
Disparan balas de fuegos
Palabras que matan
Igual que un cañón
Ratapampam, Ratapampam
Ratapampam, Ratapampam
Alguien callo, manos arriba, manos al aire
Manos limpias, moneda al aire, pero alguien callo (x2)
El dromedario de despacho
Se come el iba del empacho
De tu silencio iba borracho
Le llaman libertad
El móvil del crimen, le llaman necesidad
Al lujo de compartir, le llaman caridad
El arma a elegir, no es generosidad
Arrugada libertad
Las lagrimas se visten de largo
Demasiada tristeza, van a acumulando
Disparan los soldados de las leyes de mercado
Si aun no te han dado, si aun o te han dado
Si aun o te han dado
Disparan balas de fuegos
Palabras que matan
Igual que un cañón
Ratapampam, Ratapampam
Ratapampam, Ratapampam
Alguien callo, manos arriba, manos al aire
Manos limpias, moneda al aire, pero alguien callo (x2)
Me confieso culpable de no haberte olvidado
Pasaje de nuestra vida, sobre un tren averiado
Se difuminan tus colores, tus olores siguen llegando
Pasajera, libertad…
Ratapampam, Ratatapampam, Ratapam
Ratapampam, Ratatapampam, Ratapampam
Ratapampam, Ratatapampam, Ratapam
Ratatapampam, Ratatapampam
Tradução da letra
Fala a língua do umbigo
São as bocas dos eleitos
Pelos seus dedos mimados
Chamam lhe liberdade
E seus desfiles de reprovação
Não há cortes nos barcos
Suas palavras secaram as flores
Eles murcharam a liberdade
O insulto impera
O pau do cego bate
A liberdade está avariada
Soma e segue sua conta
De cara tapada, de cara tapada
Disparam balas de fogo
Palavras que matam
Como um canhão
Ratapampam, Ratapampam
Ratapampam, Ratapampam
Alguém cale-se, mãos para cima, mãos ao ar
Mãos limpas, moeda ao ar, mas alguém calo (x2)
O dromedário do Escritório
Come se o iba do empacho
Do teu silêncio estava bêbado
Chamam lhe liberdade
O motivo do crime, chamam-lhe necessidade
Ao luxo de partilhar, chamam-lhe caridade
A arma a escolher, não é generosidade
Enrugada liberdade
As lágrimas Se Vestem de comprimento
Muita tristeza, eles vão acumulando
Os soldados das leis de mercado disparam
Se ainda não te deram, se ainda não te deram
Se ainda te deram
Disparam balas de fogo
Palavras que matam
Como um canhão
Ratapampam, Ratapampam
Ratapampam, Ratapampam
Alguém cale-se, mãos para cima, mãos ao ar
Mãos limpas, moeda ao ar, mas alguém calo (x2)
Confesso me culpado por não te ter esquecido
Passagem da nossa vida, sobre um comboio avariado
Suas cores estão borradas, seus cheiros continuam chegando
Passageira, liberdade…
Ratapampam, Ratatapampam, Ratapam
Ratapampam, Ratatapampam, Ratapampam
Ratapampam, Ratatapampam, Ratapam
Ratatapampam, Ratatapampam