Lynda Lemay — On a jeté les anneaux letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "On a jeté les anneaux" de Lynda Lemay.
Letra
Je t’ai rejoint au bout du quai
Le bout d’une barge au bout du nez
On s’est parlé par courtes phrases
Un peu comme un vieux couple qui jase
On s’est parlé sans trop en dire
Par petites bribes de beaux souv’nirs
Comme ces jours où on va aux pommes
Comme ces jours où ça sent l’automne
J’suis accourue dès que j’t’ai vu
J’ter un coup d'œil vers la fenêtre
De cette maison que j’n’habite plus
De ce cocon qui m’a vu naître
Je t’ai rejoint au bout du quai
Parce que c’est là que l’on allait
À l'époque où les soirs d'été
L'éternité se parfumait
On s’est cueilli des confidences
On s’est mis à sentir l’automne
Comme une Eve affamée, je pense
Que j’ai croqué dans ton cœur d’homme
Y avait un goût de mon enfance
Comme ces jours où on va aux pommes
Ce temps avant qu’l’hiver commence
Ce temps où notre vie est bonne
Et c’est au bout du petit quai qu’on a j’té les anneaux
Comme une ancre
Au bout du quai qui prend les vagues de tous les bateaux
Que l’on manque
On sait qu’on s’est raté de peu
On retient nos sanglots
En silence
On a quitté le bout du quai
Les yeux ternis comme nos alliances
On a bêtement laissé couler
Comme coule tant de romances
Est-ce par lâcheté ou par courage
Qu’on s’est noyés un peu d’histoires?
Quand la dernière vague d’une barge
Qui passait par là par hasard
Appelle-t-on ça une coïncidence
La même visite au même village
Et la frappante ressemblance
De deux échecs, de deux ménages?
On sait qu’on s’est raté de peu
On retient nos sanglots
En silence
Tradução da letra
Juntei-me a ti no fim do Cais.
A ponta de uma barcaça na ponta do nariz
Falávamos em frases curtas.
Como um velho casal jase
Falávamos sem dizer muito.
Por pequenos pedaços de belos SUV'NIRS
Como naqueles dias em que vamos às maçãs
Como naqueles dias em que cheira a outono
Fugi assim que te vi.
Ter um olhar para a janela
Desta casa já não vivo
Daquele casulo que me viu nascer
Juntei-me a ti no fim do Cais.
Porque era para lá que íamos.
No momento em que as noites de Verão
A eternidade foi perfumada
Tomámos as nossas confidências.
Começamos a sentir a queda
Como uma véspera de fome, acho eu.
Que eu ROI no teu coração humano
Houve um sabor da minha infância
Como naqueles dias em que vamos às maçãs
Desta vez antes do inverno começar
Desta vez, quando a nossa vida é boa
E foi no final do pequeno cais que conseguimos os anéis.
Como uma âncora
No final da doca que leva as ondas de todos os barcos
Que sentimos falta
Sabemos que nos perdemos um ao outro.
Temos os nossos soluços
Em silêncio
Saímos do fim da doca.
Olhos manchados como nossas alianças
Estupidamente, deixamo-lo afundar.
Como flui tantos romances
É cobardia ou coragem
Que nos afogamos um pouco?
Quando a última onda de uma barcaça
Que estava a passar por acaso
Isso é uma coincidência?
A mesma visita à mesma aldeia
E a impressionante semelhança
Dois falhanços, duas casas?
Sabemos que nos perdemos um ao outro.
Temos os nossos soluços
Em silêncio