LUKE — Manhattan letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Manhattan" de LUKE.
Letra
Moi, qui ne croyais plus en rien
Tout était monstre à tête de chien
Sous une fenêtre gothique
M’apparut l’infante d’Amérique
Elle avait les bras aussi longs que la mer
Sur ses cuisses, deux revolvers
L’un d’or, l’autre d’acier
Pour qui voulait l’approcher
Ses mains sur ma peau
Sa crinière en flammes
Manhattan
Ses yeux dans le dos
Ont tordu mon âme
Manhattan
Le coeur bien atrophié
Par la peur du danger
J’allais m’asseoir à sa table
Sans me sentir coupable
Mais comme toute apparition
Il n’y a pas de moralisation
Du doigt elle me montre un portique
Sur lequel est marqué «exit "
Ses mains sur ma peau
Sa crinière en flammes
Manhattan
Ses yeux dans le dos
Ont tordu mon âme
Manhattan
Des poussières d'échos
Dans la cathédrale
Manhattan
Dites aux héros
De ranger les armes
Manhattan
Ses mains sur ma peau
Sa crinière en flammes
Manhattan
Ses yeux dans le dos
Ont tordu mon âme
Manhattan
Des poussières d'échos
Dans la cathédrale
Manhattan
Dites aux héros
De ranger les armes
Manhattan
Moi, qui ne croyais plus en rien
Moi, qui ne croyais plus en rien…
(Merci à Sabrina pour cettes paroles)
Tradução da letra
Eu, que já não acreditava em nada
Tudo era um monstro de cabeça de cão.
Sob uma janela gótica
Pareceu-me a criança da América
Ela tinha braços desde o mar
Nas coxas, dois revólveres
Um de ouro, o outro de aço
Para quem queria abordá-la
As mãos dele na minha pele
A sua crina em chamas
Iorque
Os seus olhos nas costas
Twisted my soul
Iorque
Coração atrofiado
Por medo do perigo
Ia sentar-me à mesa dele.
Sem se sentir culpado
Mas como qualquer aparência
Não há moralização
Com o dedo ela mostra-me um pórtico
Na qual está assinalada a " saída "
As mãos dele na minha pele
A sua crina em chamas
Iorque
Os seus olhos nas costas
Twisted my soul
Iorque
Eco de poeiras
Na Catedral
Iorque
Diz aos heróis
Para guardar armas
Iorque
As mãos dele na minha pele
A sua crina em chamas
Iorque
Os seus olhos nas costas
Twisted my soul
Iorque
Eco de poeiras
Na Catedral
Iorque
Diz aos heróis
Para guardar armas
Iorque
Eu, que já não acreditava em nada
Eu, que já não acreditava em nada…
(Obrigado a Sabrina por estas palavras)