Luis Ramiro — Pandora letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Pandora" de Luis Ramiro.
Letra
Paroles de la chanson Pandora:
Sé que no soy el primero ni el último idiota
Que se juega la bolsa, la vida y el alma por ti
El futuro contigo es seguir tu tacón de Pandora
El presente a tu lado, un pasado del que huir
Tengo que hacer testamento por si sobrevivo
Dejaré mi epitafio en tu ombligo pintado a carmín
Mi venganza es la torpe esperanza que los que han perdido
La nostalgia es la única foto que guardo de ti
No te voy a engañar, tengo poco que dar
Mis anhelos, mi rabia, mis fobias
Soy un hombre normal, es la curiosidad
La que me hace perder tus formas
La que me hace olvidar tus normas
Eres mi fruta mortal, mi anticristo y mi diosa
Mi ascensión, mi caída, mi sombrero de espinas rosa
Mi consuelo de tontos, mi canción para sordos
Mi noche sin sal, mi tesoro en el fondo del bar
Mi armadura hecha escombros
Sé que no soy el primer ni el penúltimo idiota
Que ha intentado atrapar una sombra con un calcetín
Fui tan necio de abrir de un tirón tu cajón de Panora
Y la ropa interior que olvidaste lloraba por ti
No te voy a pedir, yo no soy de insistir
Mi riqueza es negar tus limosnas
Ya no suelo jugar, pero quiero apostar
Todo al número impár de tus botas
Todo al rojo Channel de tu boca
Eres mi viuda formal, alfiler de mariposa
Virgencita lasciva, San atea, miss mantís religiosa
Mi consuelo de tonto, mi canción para sordos
Mi estatua de sal, mi tesoro en el fondo del bar
Mi castillo hecho escombros
Mi armadura en mil trozos
Tradução da letra
Paroles da chanson Pandora:
Sei que não sou o primeiro nem o último idiota
Você joga o saco, a vida ea alma para você
O futuro com você é seguir seu salto de Pandora
O presente ao teu lado, um passado do qual fugir
Tenho de fazer um testamento para o caso de sobreviver
Vou deixar o meu epitáfio no teu umbigo pintado a Carmim
Minha vingança é a esperança desajeitada que aqueles que perderam
A nostalgia é a única foto que guardo de você
Não te vou enganar, tenho pouco para dar
Os meus anseios, a minha raiva, as minhas fobias
Eu sou um homem normal, é curiosidade
A que me faz perder as tuas formas
A que me faz esquecer as tuas regras
És o meu fruto mortal, o meu anticristo e a minha deusa
Minha ascensão, minha queda, meu chapéu de espinhos rosa
O meu consolo de tolos, a minha canção para surdos
A minha noite sem sal, o meu tesouro no fundo do bar
Minha armadura feita detritos
Sei que não sou o primeiro nem o penúltimo idiota
Você tentou pegar uma sombra com uma meia
Fui tão insensato em Abrir a tua gaveta de Panora
E a roupa interior que esqueceste chorava por ti
Eu não vou te pedir, Eu não vou insistir
Minha riqueza é negar suas esmolas
Já não costumo jogar, mas quero apostar
Tudo ao número ímpar das tuas botas
Tudo no Red Channel da tua boca
Você é minha viúva formal, alfinete de borboleta
Virgem lasciva, são atéia, Miss Mantis religiosa
O meu consolo de tolo, a minha canção para surdos
A minha estátua de sal, o meu tesouro no fundo do bar
Meu castelo feito escombros
Minha armadura em mil pedaços