Luis Eduardo Aute — Es Porque Existes (Aleluya N° 6) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Es Porque Existes (Aleluya N° 6)" de Luis Eduardo Aute.

Letra

Si aún surge del desaliento
el aire de una canción,
si todavía algún príncipe duda
entre el trono del rey o la ley del talión,
si aún arde el último clavo
que despidió el hormigón,
si todavía hay alguna bandera
que tenga por patria ninguna nación…
ay, amor, es porque existes,
aleluya, aleluya…
Si aún tienen rabo las nubes
que duermen en el desván,
si todavía hay quien sepa que «escrúpulo»
no es un parásito del alacrán,
si aún son los besos de Circe
la causa del talismán,
si todavía es el fruto del árbol
del bien y del mal un atávico imán…
ay, amor, es porque existes,
aleluya, aleluya…
Si aún se persigna un suicida
antes del salto mortal,
si todavía la carne de la soledad
se perfuma con flores del mal,
si aún no ha domado la Bestia
el alma del animal,
si todavía aletea algún pájaro dulce
entre tantas estatuas de sal…
ay, amor, es porque existes,
aleluya, aleluya…
Si aún no soporta el vampiro
no verse en su identidad,
si todavía hay quien tenga el honor
de ser cómplice del crimen de la verdad,
si aún no han aislado el genoma
del clon de la Trinidad,
si todavía es un vals lo que bailan,
ingrávidas, las fuerzas de gravedad…
ay, amor, es porque existes,
aleluya, aleluya…

Tradução da letra

Se ainda surgir do desânimo
o ar de uma canção,
se ainda algum príncipe duvida
entre o trono do rei ou a lei do talião,
se o último prego ainda queimar
que despediu o betão,
se ainda houver alguma bandeira
que tenha por pátria nenhuma nação…
Oh, amor, é porque existes,
aleluia, aleluia…
Se eles ainda têm rabo as nuvens
que dormem no sótão,
se ainda há quem saiba que "escrúpulo»
não é um parasita do alacrán,
se ainda são os beijos de Circe
a causa do talismã,
se ainda é o fruto da árvore
do bem e do mal um atávico imã…
Oh, amor, é porque existes,
aleluia, aleluia…
Se um suicida ainda for perseguido
antes da cambalhota,
se ainda a carne da solidão
perfuma-se com flores do mal,
se ainda não domou A besta
a alma do animal,
se você ainda flutter algum pássaro doce
entre tantas Estátuas de sal…
Oh, amor, é porque existes,
aleluia, aleluia…
Se ainda não suporta o vampiro
não ser visto em sua identidade,
se ainda houver quem tenha a honra
de ser cúmplice do crime da verdade,
se ainda não isolaram o genoma
do clone da Trindade,
se ainda é uma valsa que dançam,
sem peso, as forças de gravidade…
Oh, amor, é porque existes,
aleluia, aleluia…