Luis Alberto Spinetta — Pies De Atril letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Pies De Atril" de Luis Alberto Spinetta.

Letra

Hirohito:
-«La calle es la noche
Las caras el día
Puertos en la inmensidad
Siempre se quiere volver a salir
Luego sentir el calor de algunos leves pasos:
Pasos que acaso den al borde de un enorme salón
Donde dormir…
De manos las hembras
De manos los hombres
Hilos de todos los monos
Mucho tendrá que cambiar para verte
E e e e en la ausencia
Río de todo lugar que sé
Sé que es temprano y llega la risa
A través de un contraluz alto
Aun quedan mil muros Berlín
Descansa aquí entre mis brazos
Que la noche es tan azul y abismal
Vive por mí
Que yo partiré alguna vez desde mis pies de atril
Partiré alguna vez desde mis pies de atril
Partiré alguna vez desde mis pies de atril
El eco de un piano
O el eco de nada
Llenan un patio común
Todo se puede mover del olvido
Y alguien tendrá una razón
Para haber vivido siempre así
Con sed de salvarse por un hueco
En el que habrá que mirar
Por eso vive por mí
Que yo partiré alguna vez desde mis pies de atril
Partiré alguna vez desde mis pies de atril
Partiré alguna vez desde mis pies de atril…
Aún quedan mil muros en Berlín…
Desnudate por ahora
Hasta que salga el mar…"

Tradução da letra

Hirohito:
-"A rua é a noite
Os rostos do dia
Portos na vastidão
Você sempre quer sair novamente
Em seguida sentir o calor de alguns pequenos passos:
Passos que talvez dêem à beira de um enorme salão
Onde dormir…
De mãos fêmeas
Mãos Homens
Fios de todos os macacos
Muito terá que mudar para te ver
E e e e na ausência
Rio de todo lugar que eu sei
Eu sei que é cedo e o riso vem
Através de um luminoso alto
Ainda restam Mil muros Berlim
Descansa aqui entre os meus braços
Que a noite é tão azul e abismal
Vive por mim
Que eu partirei alguma vez dos meus pés de púlpito
Partirei algum dia dos meus pés de atril
Partirei algum dia dos meus pés de atril
O eco de um piano
Ou o eco de nada
Eles enchem um pátio comum
Tudo pode ser movido do esquecimento
E alguém terá uma razão
Para sempre ter vivido assim
Com sede de se salvar por um buraco
Em que você terá que olhar
É por isso que ele vive por mim
Que eu partirei alguma vez dos meus pés de púlpito
Partirei algum dia dos meus pés de atril
Partirei algum dia dos meus pés de atril…
Ainda há mil muros em Berlim…
Despe te por agora
Até o mar sair…"